DESTAQUE NA SEMANA

            Aqui alguns fatos e informações da semana que tem haver com a CULTURA RACIONAL.

 

 

1)   O PAÍS: SONHO DE TODO REFUGIADO; O MAIS RICO

ACESSO , OPORTUNIDADES, ETC, ETC

 UMA GUERRA....SILENCIOSA: MILHARES DE BAIXAS AO ANO.

O INIMIGO; "A BOA INDÚSTRIA".

 

 

 

 

            Os EUA não vem sendo chacoalhado só pela disputa eleitoral. Um grave assunto já desafia o futuro presidente dos EUA nesta  campanha  eleitoral (lá o voto não é obrigatório).

            É caso de saúde pública não distinguindo raça, classe econômica ou educacional ou outra referência habitual, no lidar com os problemas sociais.

            Mais uma manhã de 2ª feira e a menina Rowen, de 7 anos, deu mamadeira para sua irmã de apenas 9 meses, e a colocou no berço. Lá foi ela, com sua mochila, aguardar o ônibus escolar. Relatou ao motorista escolar que seus pais estavam muito pálidos e que não conseguira acordá-los. A polícia foi acionada indo a casa da menina Rowen. Cena do crime: sua irmã de 9 meses e mais 2 irmãos de 3 e 5 anos na casa, lixo acumulado, as roupas das criança e fraldas sujas jogadas pela casa, e lá, na sala, estavam  Jessica Lally, 25, e Christopher Dilly, 26, mortos. Eles tiveram uma overdose de heroína na sexta-feira, dia 30 de setembro de 2016. As quatro crianças passaram três dias sozinhas em casa, com seus pais mortos no meio da salaa cidade: McKeesport, Pensilvânia - EUA.

 

 

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Centro da cidade de McKeesport, área metropolitana da famosa cidade de Pittsburgh,  já foi importante cidade do aço nos EUA.

 

 

 

McKeesport, PA - Beatles Cover Show

A cidade  recebeu o Beatles , num show, `a época.

A cidade de McKeesport, na Pensilvânia, EUA tem vizinhança de peso no mapa.

 

            A avó das crianças contou o drama da sua filha Jessica, que morreu de overdose de heroína:

            "No começo ela só tomava umas pílulas, nada sério. Mas aí desandou", declarou a reportagem da Folha de São Paulo  Jean Barefoot, 58, mãe da Jessica. Ela destacou que a filha só tirava A na escola, jogava beisebol e queria estudar biologia marinha. "Veio essa droga e acabou com tudo."

            A droga a qual a mãe de Jessica se refere, NÃO FOI COMPRADA DE UM TRAFICANTE, NÃO!

            Um "simples" analgésico opiáceo pra aliviar uma dor. Hoje são mais de 2.600.000 norte-americanos que estão viciados nas drogas que compõe os analgésicos opiáceos derivados da morfina, tipo:  Vicodin, Oxycontin e Percocet. Muitos começaram a tomar o remédio prescrito por médicos logo após  alguma lesão e acabaram dependentes. Outros se inclinaram pelo "barato" que as pílulas davam e danou-se, informou a reportagem.

            Vício de rico pesando muito no bolso: chegando a custar US$ 200 dólares por dia (quase R$ 700,00 reais AO DIA!!!)

            Alternativa ao bolso: do México entra uma heroína mais barata ( ~ R$ 22,00 por dose): mais de 70% dos viciados em heroína nos EUA começaram sua macabra jornada com o "inocente" analgésico opiáceo, informou a Folha.

            Só no ano de 2014 foram 47 mil pessoas mortas nos EUA  de overdose (70% por causa de heroína e os analgésicos opiáceos).

            As drogas,nos EUA, já superam em muito as mortes por acidentes de carro (32,6 mil), segundo a reportagem da Folha de São Paulo.

 

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            De 2010 para 2014 o aumento das mortes por overdose de heroína e analgésicos opiáceos foi de 248%.

            O cara que está deixando a cadeira na Casa Branca pediu dinheiro ao Congresso dos EUA para enfrentar a crise de consumo de drogas e ao mesmo tempo batalha pela liberação do uso de drogas: maconha a primeira da fila! Uma no cravo outra na ferradura.           

        O crack tinha a população negra e pobre como grande vítima, já a heroína e os analgésicos opiáceos tem seu público principal nos  brancos, de todas as faixas de renda, segundo a reportagem da Folha.

            "É uma epidemia silenciosa, há muitos jovens brancos em bairros ricos morrendo. As pessoas têm vergonha de dizer 'meu filho morreu de overdose'; falam que ele teve um ataque cardíaco", revelou  à reportagem da Folha Sam Quinones, autor do premiado livro "Dreamland: The True Tale of America's Opiate Epidemic".

            Diferente da imagem tradicional do viciado em heroína morto no meio da rua com uma seringa espetada no braço, agora como a heroína  muito mais pura, muitos cheiram ou fumam, dentro de suas casas ou carros, informa a repórter.

            "É uma história que se repete: um adolescente se machuca jogando futebol na escola, vai ao médico e ganha uma receita para 50 pílulas de um analgésico opiáceo. Ele é suscetível e pronto, fica viciado", afirmou à reportagem da  Folha David Hickton, procurador da Pensilvânia. Hickton foi o coordenador da força tarefa contra heroína da Casa Branca.

 

            Quando ficou evidente que havia um descontrole no uso dos analgésicos opiáceos, no fim dos anos 2000, o governo iniciou uma grande repressão às chamadas "fábricas de pílulas", onde médicos inescrupulosos vendiam receitas. Resultado: ficou muito mais difícil e caro comprar as pílulas.

            "Os cartéis de drogas foram oportunistas, viram onde o mercado de pílulas estava bombando e começaram a introduzir a heroína barata: pessoas que tinham um vício de US$ 200 por dia com pílulas trocaram para US$ 50 por dia com heroína", informou o procurador.

            Os traficantes ficavam no estacionamento de clínicas de reabilitação oferecendo heroína grátis para os usuários tentando se livrar dos opiáceos, conta.

            "Nós tiramos o Vicodin do mercado, mas eles inundaram os EUA com outras drogas similares e mais potentes."

            O fentanyl é uma delas, um opiáceo 50 vezes mais potente do que a heroína, que matou 5,5 mil pessoas só em 2014.

            O procurador Hickton revela  que a quase totalidade  dos crimes (+ 90% ), da sua região; arrombamentos, furtos em lojas, roubos a mão armada, etc  tem o uso de  opiáceos como causa.

            Segundo Roneice Freeman, que trabalha na recuperação de pessoas viciadas em drogas,na cidade de Pittsburgh, há 5 anos: mais de 90% dos dependentes com quem ela trabalhava eram usuários de crack. Agora, mais de 70% são dependentes de heroína:

             "A maioria das pessoas já esteve várias vezes nas clínicas de reabilitação. Só 10% conseguem largar o vício".

            Dena N., 54, está entre esses felizardos. Aos 14 anos, foi atropelada por uma caminhão, quebrou o tornozelo, começou a tomar Tylex e gostou. Ela já tinha experimentado vários drogas antes. Aos 16, saiu de casa e começou a injetar Dilaudid (hidromorfona), um analgésico opioide para câncer. Daí para a heroína foi um pulo.

            Mas Dena pegou hepatite C e resolveu voltar para os remédios, porque aí não precisava usar agulha. Gastava US$ 100 por dia com percocet, vicodin e oxycontin. Usava cinco cartões de créditos, seu salário e o do namorado.

            Resolveu sair dessa. Teve uma filha, que hoje tem 9 anos. O pai da menina morreu de overdose quando ela tinha 4.

            "Um dos meus maiores medos é eu me machucar e o médico receitar Percocet", contou à repórter Patrícia  Campos  Mello da Folha.

             Dena, que tem olhos azuis e uma cara cansada:

             "Um tempo atrás eu fraturei o punho e o médico quis  dar opioides, fugi da 'orientação do médico' tomei motrin (ibuprofeno)."

            Hickton defende fortes restrições na produção de opiáceos:

             "Há um excesso de oferta desses remédios", declarou à repórter  da Folha.

             "Acredito que vamos conseguir; saímos do homem de Marlboro e fumo dentro do avião para uma situação em que o cigarro é restrito em todo lugar, o mesmo pode acontecer com os opiáceos."

 

            A rica e histórica região do nordeste dos EUA ( Nova Jersey, Nova York e New Hampshire, junto com a Pensilvânia, Ohio, Virgínia Ocidental e Michigan) tem o problema de mortes por overdose de opiáceos em maior escala nos EUA.

 

            "A maioria dos usuários é branco, de classe média, e vem de áreas do subúrbio ou rurais, em decadência. Eles vêem que seus filhos terão uma condição pior do que eles tiveram, e eles têm uma vida mais dura do que seus pais tiveram. Isso gera um desespero existencial, uma frustração", declarou Ethan Nadelmann, diretor-executivo da Aliança para a Política de Drogas.

            São áreas como a cidade de Munhall, Pensilvânia, onde Jessica e seu marido moravam antes de se mudar para McKeesport. Eles viviam na mesma rua que sua mãe e irmã. Parece mais uma rua pacata de subúrbio de classe média - bandeiras dos Estados Unidos e cadeiras na frente das casas.

            Mas a menos de 50 metros da casa da mãe de Jessica, a polícia apreendeu 96 pacotes de heroína em latas de batata Pringles e dois fuzis pouco tempo atrás. Na outra esquina, um homem morreu assassinado a tiros há dois meses.

            Para olhos treinados, é possível notar a movimentação. "Os traficantes chegam de carro, encostam e fazem "o aperto de mão" especial, quando passam a droga para o comprador", descreve a irmã de Jessica, Courtney, 23.

           

            "Falam que a Jessica era uma má mãe, uma drogada, mas a verdade é que ela simplesmente fez escolhas erradas", diz Courtney, irmã de Jessica.
            No começo do ano, os serviços de assistência social levaram os filhos de Jessica para morar com a avó e a tia. "Jaxson, aos 4 anos, ainda usava fraldas e mal conseguia falar. Damon, aos 3, parecia um macaco, andava de quatro e só grunhia."

            Logo depois, Jessica recuperou a guarda dos filhos e a família se mudou para McKeesport. Foi a última vez que Courtney viu a irmã.

            "Não pudemos vê-la uma última vez para dizer adeus. Exigiram que o caixão fosse fechado, porque o corpo estava em decomposição". As quatro crianças estão sob a guarda de assistentes sociais.

 

 

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Bateu, doeu e na busca de alívio: um baita perigo escondido,   está em voga nos EUA, e também aqui!.

 

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Analgésico opiáceo que  prometeu o céu e sentenciou ao inferno,

 segundo a reportagem investigativa do jornal Los Angeles Times.

 

 

 

                O que é realmente chocante na epidemia de opiáceos que grassa nos EUA é que ela foi impulsionada pela indústria farmacêutica, revelou a reportagem investigativa do jornal Los Angeles Times, de maio desse ano:

            "Você quer uma descrição do inferno?’OxyContin (um alnalgésico opiáceo) a cada 12horas; o problema."

            O analgésico opiáceo (OxyContin tomado a cada 12 horas pode ser "a receita ideal para ficar viciado" disse o prof. dr Theodore J. Cicero, neurofarmacologista na  Washington University School of Medicine  em Saint Louis - EUA, e um dos líderes na pesquisa de como os opiáceos afetam o cérebro.

 

             E também  num artigo de 2009 da Revista Norte-americana de Saúde Pública (American Journal of Public Health) aponta para  a falcatrua que ocorre nos EUA.  A reportagem da Folha também abordou o problema do marketing fraudulento  da indústria farmacêutica nos EUA, como fator amplificador da epidemia de viciados em opiáceos  nos EUA.

            "A ação dos representantes dos laboratórios farmacêuticos sobre os médicos tem sido descrita como influente na hora do médico receitar, em termos de diminuir a prescrição de medicamentos genéricos,  receitando medicamentos caros, prescrições não racionais e a rápida prescrição de novas drogas. Cuidadosamente os limites da publicidade na promoção de drogas controladas pelo poder de venda dos  laboratórios farmacêuticos   aumentou o descuido do FDA (órgão de supervisão de medicamentos nos EUA) na vigilância no treino e performance de resultados comerciais dos representantes  dos laboratórios farmacêuticos afetando a prescrição exagerada e errada dos médicos." segundo artigo publicado no Jornal Norte-americano de Saúde Pública-EUA

 

 

                    Na publicidade de 1996 a indústria farmacêutica Purdue afirmava que menos de 1% dos paciente ficaria viciado com o tratamento do seu analgésico opiáceo. Eles usaram o conteúdo de uma carta publicada no New England Journal of Medicine cuja informação não tinha respaldo científico, e a 'porqueira'  da revista médica deu vitrine  para a tal!!!???

 

            Veja o representante da indústria farmacêutica mentir descaradamente ao público norte-americano:

 

 

            Em 2001, com o respaldo da mentira publicada, o seu analgésico opiáceo (OxyContin) já vendia mais que o Viagra!!!

            Em 2007 sob processo de propaganda enganosa a farmacêutica Purdue foi o brigada a pagar US$ 643 milhões em multa: R$ 2 bilhões e 100 milhões de reais!           

            Era tarde. Muita gente já estava viciado, o mercado negro havia se desenvolvido e surgiram vários outros analgésicos. Muitos passaram a usar heroína,segundo a reportagem

            "Hoje em dia, existe mais informação, mesmo assim, muitos médicos americanos continuam prescrevendo de forma exagerada", disse à reportagem da Folha David Hickton, procurador da Pensilvânia.

               Os médicos fazem 250 milhões de receitas de opiáceos por ano —suficiente para a população quase inteira dos EUA. Uma pessoa com dor de garganta pode facilmente sair do pronto socorro com uma caixa com trinta Percocets (analgésico opiáceo).

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Associação de analgésico com analgésico opiáceo.

 

            Assista a um documentário canadense sobre a prescrição de analgésicos opiáceos nos EUA e também no Canadá: (em inglês, mas muito bom)

            Assista a outro documentário sobre o uso e abuso de analgésicos opiaceos na Florida - EUA com pessoas viciadas neles.

https://www.youtube.com/watch?v=wGZEvXNqzkM#t=155.687528

 

            Leia reportagem da Folha de São Paulo:

 

 Leia a reportagem sobre a ação fraudulenta da indústria farmacêutica que turbinou a venda de analgésicos opioides nos EUA.

 

 

                E ainda tem gente que fala em: "lenda urbana" ou "teoria da conspiração" , balela meu chapa você não passa de um consumidor potencial para o "bom mercado", enquanto se mantiver vivo, é claro!!! Se eles fazem isso com sua própria população o que dirá com o resto do mundo.

 

            Por isso na CULTURA RACIONAL é fundamental se conhecer com BASE e LÓGICA RACIONAIS.

            Não fazer mal para si e nem para o outro pois a Dona da vida a Natureza depois cobra e bem cobrado.

            Lendo O LIVRO UNIVERSO EM DESENCANTO essa condição tenebrosa do homem que saiu da condição de bárbaro/selvagem (que matava e esfolava na faca) para a de civilizado (que usa de "outros métodos" para conseguir seus objetivos comerciais) fica na esteira  desse histórico evolutivo não muito formoso.

            Livre do encanto o homem perde a maior "dor": de ser uma ferramenta das energias monstruosas que grassam nesse 2º mundo deformado e aparente.

            Se ligar a Nossa Verdadeira Energia de Origem RACIONAL não é uma fuga dessas "belas" trapalhadas civilizadas e sim não se prestar a ser ferramenta dessa medonha deformação caindo nos seus contos ordinários.

 

 

 

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