DESTAQUE NA SEMANA

            Aqui alguns fatos e informações da semana que tem haver com a CULTURA RACIONAL.

 

 

1) UMA MERA CARTA AOS EDITORES, DE REVISTA MÉDICA DOS EUA, REPUTADÍSSIMA

E A PORTEIRA SE ABRIU PRA 'BOIDADA'....

QUANDO A "INGENUIDADE CIENTÍFICA"

DEU CAUSA À PRAGA DE ÓPIO NOS STATES!

 

 

           

            Hoje os EUA vivem uma crise de ópio sem precedente. São 100 norte-americanos mortos por dia, de over-dose de ópio.

            Segundo levantamento do G1, em 2015, o Brasil teve 52 pessoas mortas por bala perdida, a sua maioria no Rio de Janeiro. Lá são 100 baixas a cada dia só de  over-dose de ópio:  36.500 pessoas ceifadas no correr do ano pelo ópio.  Na infame guerra do Iraque 4.474 soldados norte-americanos perderam a vida.

            E aí se sai com: "Quem mandou usar droga?!!"

 

            O furor da questão que assola os EUA é que a terrível epidemia de morte por opiáceos foi  patrocinada pelos MÉDICOS NORTE-AMERICANOS mal embasados pela indústria farmacêutica norte-americana: coisa de gente bem educada e civilizada!!!

            Como é que a classe médica norte-americana se prestou a essa tragédia local: uma mera carta ao editor da   OUTRORA respeitável revista médica: NEW ENGLAND JOURNAL OF MEDICINE, em 1980, o Brasil já era tricampeão fazia tempo.

            A pesquisa em busca da CAUSA ACADÊMICA para a epidemia de ópio, que campeia nos EUA e também no Canadá, foi levada a cabo por pesquisadores canadenses e por um jornalista da Califórnia-EUA. A origem do mal plantado em 1980 teve como base uma carta de um médico de Boston publicada pela revista New England Journal of Medicine.

            O dr David Juurlink declarou que a revista médica de prestígio ajudou a alimentar a enganosa crença de que os medicamentos derivados do ópio eram seguros.  O dr David descobriu que a tal carta  fora citada mais do que 600 vezes, para embasar a "crença científica" de que os analgésicos opiáceos não viciavam. Só na 4ªf última a "respeitável" revista publicou o artigo do dr Juurlink refutando a carta que se estendia por  um ÚNICO PARÁGRAFO, de 1980:

 

            " Eu penso que é honesto afirmar que essa carta veio por um longo caminho" declarou o dr Juurlink que é o chefe da Clínica de Farmacologia e Toxicologia do Centro de Ciências Médicas Sunnybrook em Toronto - Canadá.

 

Imagem relacionada

Dr Juurlink, do Canadá, que colocou em destaque o papel dos médicos na epidemia de ópio nos EAU-Canada também.

 

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            "Os dados disponíveis nos hospitais eram muito limitados em 1980, sendo que nós não podemos confiar que não haviam  mais problemas, ou casos descobertos após os pacientes terem deixado o hospital" declarou o dr Juurlink.

 

 

            A carta publicada em 1980 tinha um título de : " A dependência é rara em pacientes tratados com narcóticos" e se constituía de um ÚNICO PARÁGRAFO!!! A citação isolada foi uma anedota de que dos 11.882 pacientes hospitalizados e tratados com narcóticos, apenas 4 pacientes ficaram dependentes.

           

            Eis a carta de um parágrafo que desatou a epidemia de ópio nos states:

           

"ADDICTION RARE IN PATIENTS TREATED WITH NARCOTICS

To the Editor: Recently, we examined our current files to determine the incidence of narcotic addiction in 39,946 hospitalized medical patients' who were monitored consecutively. Although there were 11,882 patients who received at least one narcotic preparation, there were only four cases of reasonably well documented addiction in patients who had a history of addiction. The addiction was considered major in only one instance. The drugs implicated were meperidine in two patients, Percodan in one, and hydromorphone in one. We conclude that despite widespread use of narcotic drugs in hospitals, the development of addiction is rare in medical patients with no history of addiction.

JANE PORTER

HERSHEL JICK, M.D.

Boston Collaborative Drug

Surveillance Program

Boston University Medical Center

Waltham, MA 02154"

 

 

            A análise feita pelo dr Hershel Jick, que deu origem à carta,  não constava na mesma!!!!

            Nos anos seguintes a declaração da  "singela carta" foi INTENSAMENTE usada por médicos especialistas no tratamento da dor, enfermeiros, e os representantes da indústria farmacêutica, nas convenções, seminários e workshops como "evidência científica" que os analgésicos opiáceos apresentavam um baixo risco de dependência. Especificamente a carta foi usada para dar crédito a afirmação de que "menos que 1% dos usuários de analgésicos opioides se tornariam viciados na droga": UMA BAIXA ACEITÁVEL para a indústria farmacêutica desarmar a desconfiança pública nos EUA: mercado garantido....PROFIT !

            O número das receitas de analgésicos opioides cresceu dramaticamente desde 1990, nos EUA.

            A análise do dr Jick não provava  isso: O estudo analisava os arquivos dos pacientes internados no Centro Médico da Universidade de Boston nos quais eram dadas BAIXAS DOSES de analgésicos opiáceos numa abordagem controlada de curta exposição para amenizar quadros de dor aguda. ESSES PACIENTES NÃO USAVAM ANALGÉSICOS OPIODES POR UM PERÍODO LONGO.  Eles NÃO RECEBIAM receita de analgésicos opiáceos para casa.

            Apesar disso, grupos de médicos como a Sociedade de Dor dos EUA e a Fundação Norte-americana para a Dor usaram essa carta como uma base de lançamento e começaram a chamar a dor de o "5º  sinal vital" para o qual os médicos deveriam dar atenção, ou seja tá doendo tome-lhe analgésico opiáceos!!!

            As indústrias farmacêuticas, como a Purdue Pharma lançaram novos e poderosos analgésicos opiáceos como a Contin e o OxyContin com comprimidos de liberação lenta no corpo dos pacientes (em 12 a 24 horas), com uma dose grande de morfina ou oxycodone.

            Os maiores especialistas em dor encorajaram  os médicos à receitarem analgésicos opiáceos  liberalmente a seus pacientes, apesar do medo de dependência.

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O jornalista da Califórnia Sam Quimones que percorreu a rota inversa da epidemia de ópio nos EUA.

 

 

            Sam Quinones, um jornalista investigativo, publicou seu livro: "Dreamland: The True Tale of America's Opiate Epidemic," onde abordou as causas da crise de heroína nos EUA. A referida carta era a base para impulsionar a prescrição liberal de analgésicos opiáceos e fora citada em:

 

 

 

 

            Em maio de 2016 a carta de Porter e Jick foi citada 901 vezes em trabalhos acadêmicos, de acordo com a pesquisa científica no Google.

           Um artigo do dr Russel Portenoy e Kathy Foley na revista Pain, da Sociedade Norte-americana de Dor, citava igualmente a carta. Esse artigo virou a maior justificativa para que os médicos receitassem analgésicos opiáceos liberalmente para traumatismos habituais e dores nas costas!!! (mata no peito e chuta pra frente).

 

 

prescription opioids chart

O número de recitas de analgésicos opiáceos aumentou dramaticamente desde 1990 ( National Institute on Drug Abuse)

Quase uma receita de analgésico opiáceo por cabeça de "gado" norte-americana.

 

 

            Quando perguntado pelo jornalista Quinones, anos depois, sobre a carta, o dr Jick afirmou:

 

            "Seu enfoque foi nos pacientes hospitalizados. Parecia não haver outra abordagem similar no ambiente hospitalar para fazer um comparativo. Porém se você a ler cuidadosamente, ela NÃO FALA do nível de vício em pacientes fora do hospital, para os quais foram passadas essas drogas para a dor crônica."

 

            Hoje é largamente aceito pelos pesquisadores médicos que os opiáceos são altamente viciantes. Em 2016 o British Medical Journal conclama os médicos a restringirem a receita de  analgésico opiáceos como forma de combater a crise de over-dose de heroína nos EUA e em outras partes do mundo.

 

 

 

O dr. Hershel Jick da Boston University Medical School em seu consultório,

 que quando questionado, observou que sua carta fazia referência a pacientes  hospitalares apenas  e com uso breve da droga e não aos que tomam os analgésicos opiáceos habitualmente.

Não consta que o autor da carta se insurgiu publicamente contra o uso indevido feito da  sua carta ao longo dos 40 anos.

Os narcóticos por ele descritos na sua carta  não são mais usados hoje.

 

 

            O autor da carta: o dr Hershel Jick, disse que nunca foi sua intenção na carta justificar o uso generalizado de analgésicos opiáceos. Ele testemunhou para o governo  acerca de como essas drogas são vendidas.

            "Eu estou essencialmente mortificado que aquela carta ao editor foi usada como uma desculpa para que as indústrias farmacêuticas fizessem o que fizeram" declarou à Associated Press. Eles usaram essa carta para espalhar a palavra de que essas drogas não viciam."

 

            Há, AGORA, uma nota do editor da outrora prestigiada revista médica sobre a carta original:

            "Por razões de saúde pública, os leitores devem estar alertas que essa carta tem sido 'fortemente e sem críticas citada' como evidência de que o vício é raro com a terapia de ópio."

            Ou seja o editor da afamada revista teve que caminhar em cima de muitos cadáveres dos seus patrícios, para inserir o tímido alerta anexo a carta: BARBARIDADE!!!

 

            O editor chefe da revista médica NEJM, hoje, dr Jeffrey Drazen disse:

            "Pessoas tem usado essa carta para sugerir que você não ficará viciado  em ópio se você tomá-los num ambiente hospitalar. Nós sabemos que isso não é verdade."

 

 

           

                Hoje a heroína é considerada o maior desafio com o qual  defronta o estado de Ohio-EUA. O estado de Ohio e o do Mississipi estão processando as indústrias farmacêuticas norte-americanas por terem desencadeado a crise de saúde presente.

            No famoso programa de tv crítico e de humor do John Oliver - Last Week Tonight abordou o drama da crise de ópio fundada sobre uma estatística falsa:            muito bom:

 

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John Oliver no Last Week Tonight

 

 
 
 
 

 

            A cidade de Huntington, no Estado da Virgínia Ocidental, decidiu processar nove empresas farmacêuticas por considerar que elas contribuem para o uso indiscriminado de receitas médicas, sobretudo de remédios que causam dependência.

        “Huntington é uma cidade com pouco menos de 50 mil habitantes. Nosso condado tem 96 mil habitantes. E, ainda assim, em um período de cinco anos, foram distribuídas 4 milhões de doses de opiáceos só nesta regiáo”, diz Steve Williams, prefeito de Huntington.

            “Os números falam por si mesmos.”

            A cidade, no noroeste dos EUA, tem um índice de mortes por overdose que supera em dez vezes a média dos Estados Unidos. Um em cada dez bebês nasce com sintomas de abstinência.

            O prefeito de Huntington diz que as empresas acionadas na Justiça devem assumir sua responsabilidade e colaborar com o combate à epidemia de drogas.

            “Espero que não percam tempo dizendo: ‘Não é nossa culpa. Somos apenas um negócio’”, afirma Williams.

            “Quando eu estava no mercado de investimentos, se eu desse desse um conselho que prejudicasse alguém, isso acabaria com minha carreira, me faria perder minha licença e, possivelmente, teria de pagar uma multa.”

 

            O FDA (Food andr Drug Administration) EUA hoje, (09.06.17), pela 1ª vez na sua história, solicitou que a indústria farmacêutica Endo, responsável pela produção\comercialização do analgésico opiáceo Opana ER (substância oxymorphone)  o retire do mercado face a alta capacidade de viciar da droga.

 

            Assista um vídeo (em inglês) sobre a responsabilidade médica na epidemia de opióides nos EUA:

 

            Reportagem do G1 sobre vítimas de balas perdidas no Brasil em 2015:

 

            Reportagem da BBCnews sobre a epidemia de opióides nos EUA:

 

            Reportagem da CBSnews sobre a carta que espanlhou o uso de opioides:

 

            Reportagem da BBCBrasil sobre a epidemia de opióides nos EUA:

 

            Reportagem na NBCnews sobre a recomendação para retirada do analgésico que vicia nos EUA pelo FDA:

 

            Matéria bem feita sobre o drama norte-americano:

 

            Uma mera carta mal lida, na mais respeitada revista médica dos EUA. O editor a recepcionou e nem se deu ao  trabalho de verificá-la. E uma legião de corpos; pior que cenário de guerra.

            Muito interesse econômico e uma classe profissional (a médica dos EUA) uma mansidão bovina ou outra!!!

            Por isso quando uma pessoa lê O LIVRO UNIVERSO EM DESENCANTO, num primeiro momento, a qualificação do progresso do artifício na sua dimensão negativa pode parecer estramho.

            A civilização foi conquistada a duras penas, a história não diz o contrário. Mas só o verniz, por melhor que seja a marca, não garante o cerne da madeira.

            Nesse  2º mundo deformado a mente tá por conta do pensamento e da imaginação, duas ferramentas das energias elétrica e magnética; deformadas e inconscientes. Usá-las é um fato mas se apoiar nelas ou pior se regalar das mesmas pode comprometer o esforço civilizatório, já que as mesmas compartilham com toda esfera animal: exemplos 'humanos' é que não faltam.

            No contato natural com a ENERGIA RACIONAL, da Nossa Verdadeira ORIGEM RACIONAL está o tão sonhado e necessário equilíbrio de vida.  Sob a égide da ENERGIA RACIONAL a vida se reencontra com seu estado natural RACIONAL.  Imunizado RACIONALMENTE do campo deformado do 2º mundo o homem deixa, naturalmente, de ser uma ferramenta da inconsciência.

           

           

 

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