DESTAQUE NA SEMANA

            Aqui alguns fatos e informações da semana que tem haver com a CULTURA RACIONAL.

 

 

1)  O BRASIL MERGULHADO NA LAMA POLÍTICA NAUSEOSA

A COCA-COLA PONDO DINHEIRO EM CIÊNCIA DUVIDOSA

QUANDO A DROGA DO PÚBLICO E PRIVADO SE ENCONTRAM

NA SOCIEDADE É O SALVE-SE QUEM PUDER.

 

 

            Reportagem do jornal The New York Times revela para onde vai a grana da multinacional do refri, a Coca-Cola, em ciência duvidosa.

            Nada como uma "boa" pesquisa  científica para desviar a atenção pública da causa e oferecer paliativos duvidosos.

            A reportagem do The New York Times traz a tona o esquema de pagamento de cientistas afiliados à gigante dos refrigerantes mundiais.

            O resultado do consumo de refrigerantes, a nível mundial, todo mundo conhece: obesidade  fora do controle.

            E a parceria Coca-Cola - cientistas afiliados achou uma "solução brilhante" para o problema: deixe para lá o controle e a atenção na ingestão de calorias fartas nos refris, e se concentre em aumentar sua atividade física para queimar o excedente mórbido de calorias que você consome "inocentemente" à mesa.

            Dietas  são um tema  que aborrece os grandes fabricantes de refris, vide a Coca-Cola, e  o lema pelos exercícios virou uma desculpa para não se ver o que se ingere.

            A matemática da  ciência patrocinada pela Coca-cola: para a crise de obesidade, na busca do peso saudável, exercite-se mais e esqueça o cortar calorias.           

 

 

 

                Os cientistas pagos pela gigante do setor dos refris estão entre aqueles que gozam de influência acadêmica médica.

            A tábua de salvação científica patrocinada pela Coca-cola aparece nas revistas de medicina, nas conferências (quem se lembra das conferências do famoso cientista Linus Pauling, como menino propaganda de vitamina C em doses cavalares) e nas redes sociais, ah... essa pega.

            A nova organização científica que vem recebendo a grana e a logística da Coca-cola é uma organização sem fins lucrativos denominada: Global Energy Balance Network (Rede Global de Equilíbrio Energético) que vende a idéia aos americanos, que viram a obesidade tomar conta dos EUA, para não exagerarem nos cuidados com o que comem e bebem e sim acreditarem que os exercícios resolvem a parada!

 

            "Grande parte do foco na mídia popular e nas revistas científicas é em 'eles estão comendo demais, comendo demais, comendo demais' –culpando fast food, bebidas açucaradas e assim por diante", diz o vice-presidente do grupo, Steven N. Blair, um cientista de exercícios, em um vídeo recente anunciando a nova organização. "Mas não há nenhuma evidência clara de que, de fato, essa seja a causa."

 

A bela  mal sabia que sua preciosa silhueta iria naufragar!

            Especialistas em saúde afirmam que a mensagem é enganadora e parte de um esforço da Coca-Cola para desviar as críticas sobre o papel das bebidas açucaradas na disseminação da obesidade e da diabete tipo 2.

 

A esbeltice à mesa. Que nada, pura enganação.

        Eles afirmam que a Coca-Cola está usando o novo grupo "científico" para convencer o público de que atividade física pode compensar uma dieta ruim, apesar da evidência de que exercícios têm apenas um impacto mínimo sobre o peso em comparação ao que as pessoas consomem.

        O embate "científico" financiado pela gigante dos refris  em torno da ciência da obesidade ocorre em um momento onde há pressões sociais norte-americanas crescentes para taxar bebidas açucaradas, removê-las das escolas e impedir que as empresas façam propaganda delas para crianças.

        Nas últimas duas décadas, o consumo de refrigerantes calóricos caiu 25% nos EUA.

        "As vendas da Coca-Cola estão caindo, e há uma imensa reação política e pública contra refrigerantes, com toda grande cidade tentando fazer algo para frear o consumo", disse Michele Simon, uma advogada de saúde pública. "Essa é uma resposta direta ao que a empresa está perdendo. Ela está desesperada para conter a hemorragia."

 

Simpática moça até parece estar vendendo saúde, história do engodo dos refris!

            A Coca-Cola, que não sofre do mal de jogar dinheiro fora,  fez um investimento substancial na nova organização sem fins lucrativos. Duas universidades dos EUA, que empregam líderes da Global Energy Balance Network revelaram que a Coca-Cola doou US$ 1,5 milhão no ano passado para abertura da organização, segundo a reportagem.

            A partir do ano de 2008, a Coca-Cola  deu  US$ 4 milhões  para vários projetos de dois dos membros fundadores da organização: Blair, um professor da Universidade da Carolina do Sul cuja pesquisa ao longo dos últimos 25 anos formou grande parte das diretrizes federais a respeito de atividade física, e Gregory A. Hand, reitor da Escola de Saúde Pública da Universidade de Virgínia Ocidental.

            O site científico; gebn.org, está registrado na sede da Coca-Cola em Atlanta, e  a Coca-cola também é a  administradora do site!!

            O presidente do grupo, James O. Hill, um professor da Escola de Medicina da Universidade do Colorado, disse que a Coca-Cola registrou o site porque os membros da rede não sabiam como. Inocente de pai e mãe!

 

A decantada ideologia vermelha: válida para palanques e na Coréia do Norte.

           
            As relações públicas da Coca-Cola recusou os  pedidos de entrevista com sua diretora científica chefe; Rhona Applebaum, pelo NYT.

            "Somos parceiros de alguns dos mais importantes especialistas nos campos de nutrição e atividade física", declarou a Coca-Cola ao jornal norte-americano. "É importante para nós que os pesquisadores com os quais trabalhamos compartilhem suas posições e conclusões científicas, independente do resultado, e que sejam transparentes e abertos sobre nosso financiamento."

            O dr Blair e os outros cientistas afiliados ao grupo científico abonado pela Coca-cola disseram que a Coca-Cola não tem controle sobre o trabalho deles ou sua mensagem, e que não vêem problema no apoio da empresa.

           Até a semana passada, as páginas nas redes sociais do grupo (Twitter e Facebook) , que indicam a atividade física como solução para doenças crônicas e obesidade, guardando o silêncio sobre o papel da comida e nutrição, não faziam menção ao apoio financeiro da Coca-Cola.

            O site do grupo também omitiu o apoio da Coca-Cola até que Yoni Freedhoff, um especialista em obesidade da Universidade de Ottawa-Canadá, escreveu para a organização para perguntar sobre seu financiamento. O dr Blair disse que isso foi um descuido, só corrigido após o questionamento.


             Disse o dr Blair à reportagem do NYT."Será que isso corrompe totalmente tudo o que fazemos?".

            Ainda tem gente que acredita em papai Noel e a memória, andando curta, não se lembra de toda manobra e ingerência econômica da indústria do tabaco para não vincular o uso do cigarro às inúmeras doenças, que hoje não se discute mais.

            Dinheiro da indústria alimentícia  são comuns em pesquisas científicas.

            Porém diversos estudos indicam que o dinheiro das indústrias  tendem a produzir conclusões tendenciosas. Uma recente análise de estudos envolvendo bebidas, publicada na revista "PLOS Medicine", apontou que os financiados pela Coca-Cola, PepsiCo, Associação Americana de Bebidas e pela indústria do açúcar apresentavam uma probabilidade cinco vezes maior de não encontrar ligação entre bebidas açucaradas e ganho de peso do que os estudos cujos autores não dependiam do dinheiro dessas indústrias e associações, segundo a reportagem do NYT.
 

Conhecido apresentador norte-americano torna público seu descrédito com a publicidade enganosa do "maravilhoso" mundo dos refris.

 


            O grupo científico financiado pela Coca-cola, diz que há "forte evidência" de que a solução para evitar a obesidade não é reduzir a ingestão de alimentos –
como muitos especialistas em saúde pública recomendam"Mas manter um estilo de vida ativo e comer mais calorias". BARBARIDADE!!!

             Esse posicionamento desse grupo científico é justificada, no seu site, com links para dois estudos, FINANCIADOS  pela The Coca-Cola Company, segundo o declarado por eles mesmos!

            O dr Hill  buscou apoio da Coca-Cola para constituir sua organização sem fins lucrativos porque não havia fundos disponíveis em sua universidade. O site do grupo científico diz que o mesmo  também é apoiado por algumas poucas universidades e pelo ShareWIK Media Group, uma produtora de vídeos de saúde. O dr Hill disse que também conseguiu um compromisso de apoio da General Mills, assim como promessas de apoio de outras empresas, que não confirmaram formalmente suas ofertas, segundo a reportagem do NYT.

 

Seguindo os "sábios" conselhos da Coca-cola: muito exercício (logo se vê pelo perímetro) e muita, mas muitas calorias  no refri!


           Diversos estudos científicos indicam que a melhor forma de reduzir o peso é consumindo menos calorias.

        E a manutenção da perda de peso, evitando o efeito ioiô, é mais duradoura quando as pessoas limitam sua ingestão de alimentos altamente glicêmicos, como bebidas açucaradas e outros carboidratos refinados, que elevam acentuadamente o açúcar no sangue.

        Atividade física é importante e certamente ajuda, afirmam os especialistas. Porém estudos mostram que exercícios aumentam o apetite, fazendo as pessoas consumirem mais calorias. Os exercícios  gastam  calorias mas não tanto como as pessoas poderiam imaginar: uma lata de Coca-Cola, tem  140 calorias, umas 10 colheres de chá de açúcar.

            "É preciso caminhar quase 5 quilômetros para compensar uma lata de Coca-Cola", afirmou Barry M. Popkin, professor de nutrição da Universidade da Carolina do Norte, em Chapel Hill.           

           

            Kelly D. Brownell, reitor da Escola Sanford de Saúde Pública da Universidade Duke, disse que como empresa, a Coca-Cola está "concentrada em fornecer muitas calorias, mas então sua filantropia está concentrada na parte da queima das calorias, o exercício".

            Nos últimos anos, a Coca-Cola tem doado dinheiro para construção de centros de fitness em mais de 100 escolas por todo o país. Ela patrocina um programa chamado "Exercício é Medicina" para encorajar médicos a prescreverem atividade física aos pacientes, sem mencionar os cuidados de dieta. E quando a Câmara Municipal de Chicago propôs taxar os refrigerantes em 2012 para ajudar a tratar o problema de obesidade na cidade, a Coca-Cola doou US$ 3 milhões para estabelecer programas de fitness em mais de 60 centros comunitários da cidade. A iniciativa de taxar os refrigerantes acabou fracassando.         


 

            Leia a reportagem do jornal The New York Times:

        Leia a reportagem  traduzida no UOL:

          

            Essa é a realidade do pensador que torna tanto o território público quanto o terreno privado em um mar onde reinam as confusões e os interesses pintados dos diversos matizes.

            Assim com tem gente que ainda é capaz de acreditar em discurso ideológico esquerdista, que nem albanês dá ouvidos, ainda tem gente que não vê em resultados de estudos científicos a cor do dinheiro do patrocinado.

            Público e privado se unem  fazendo prevalecer seus interesses no formato mais "bem intencionado".

            Lendo O LIVRO UNIVERSO EM DESENCANTO a pessoa vai conhecer a causa para tamanha inconsciência que lesa a tudo e a todos: viver o homem, como ser deformado neste 2º mundo por conta das energias inconscientes dos bichos irracionais.

            O pensamento, como ferramenta desta condição deformada é o grande inimigo do pensador que vive fora do seu Verdadeiro natural de RACIONAL, puro,limpo e perfeito.

            Onde a inconsciência campeia os resultados logo se sentem como lesão ao patrimônio público e a saúde geral.

            Na CULTURA RACIONAL está a PORTA RACIONAL para o desequilíbrio dominante: desenvolver o RACIOCÍNIO (não é pensamento) e se religar naturalmente ao 1º Mundo para de lá receber as tão necessárias orientações para a condução da vida, com base e lógicas Racionais.

           

 

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