DESTAQUE NA SEMANA

            Aqui alguns fatos e informações da semana que tem haver com a CULTURA RACIONAL.

 

 

1) TERRA DAS CASTANHEIRAS E OLIVEIRAS

E NO PISCAR DE OLHOS DO ARTIFÍCIO

SE DESCOBRE MEIO SAARA

 O FOGO A DIZIMAR TUDO

 

 

            Segundo reportagem da revista Época o mês de maio-2017 foi o 2º mais quente, frente as medições humanas.

            Só na região nordeste do Brasil a elevação térmica foi de 2 à 4 graus Celsius acima do habitual. O ano de 2017 avisa aos navegantes que um novo patamar climático entrou Terra adentro, segundo a reportagem.

 

 

 

A Terra sinaliza percorrer trilhas cada vez mais quentes.

Seus efeitos se vêem por todos os lados....

Quanto mais vermelho , mais quente.

E no vermelho mais intenso elevação térmica de até 7,1 ºC acima da média.

Foto da NASA.

 

            E o fôlego do calor é de suspender a respiração:  2014, 2015 e 2016 bateram seguidamente os recordes de temperaturas registradas na Terra. E ao que tudo indica não há previsão de queda à vista, na fornalha, segundo as observação dos cientistas.

            O ano de 2017: sem El Niño só que com muito calor: surpresa geral!

            No geral, no Brasil, houve um acréscimo de 1 à 2 graus na temperatura acima da média. Mais aí ficou "fresquinho". Na Antártica os registros da NASA observaram o aumento de até 7,1 graus Celsius acima da média , OU MAIS!

            O cientista em clima: Gavin Schmidt, diretor dos Instituto Goddard de Estudos Espaciais, da NASA, acredita que 2017 será o segundo ano mais quente dos registros históricos do planeta, perderia só para 2016 ("favorecido" pelo fenômeno El Niño). Como nesse ano o El Niño não deu as caras o 2º lugar ganharia uma posição de destaque no aquecimento da Terra, segundo a reportagem da revista  Época.

            Enquanto isso em Portugal.........

           

           

           

           

 

Já na santa terrinha a coisa anda em proporções assustadores desafiando a tranqüilidade e a vida alheia.

 

 

 

 

 

 

Uma força descomunal não deixando as pessoas a salvo nem nas estradas nem em suas próprias casas.

 

            Portugal vivenciou nesse final de semana um incêndio mortífero: são mais de 64 pessoas, até o momento, vítimas mortais do fogo, além de 160 feridos..

            A temperatura já vinha alta pela primavera, conforme destaca a reportagem da agência de notícias RTP. Alcançando os 42 - 43 ºC

            No programa Prós e Contras, o presidente do Instituto Português do Mar e da Atmosfera explicou que o IPMA emitiu avisos vermelhos na sexta-feira.

            “Tivemos uma semana em que muitos pontos do país ultrapassaram os 42, 43 graus, o que não é normal no mês de junho. Temos tido noites com temperaturas mínimas acima dos 26, 27 graus. É uma situação que já se vem a arrastar desde a Primavera que em si também foi bastante quente e temos pouca água no solo. Mas nos dias que antecederam a tragédia de Pedrógão Grande, o Instituo emitiu avisos laranjas, vermelhos que não é invulgar emitirmos nesta altura do ano”.


            Na capital de Roraima, Boa Vista, no meio do Amazonas costuma fazer 23 ou 24 ºC à noite.

 

Quando a inconsciência dá causa a devastação resta um expectador impotente no cenário de destruição.

 


            O comandante operacional anotou ainda que o alerta era válido para todo o país, uma vez que “não é possível prever exatamente onde vão acontecer estas trovoadas secas”.

            “Não estamos a falar apenas de um incêndio. Estamos a falar de uma descarga elétrica, uma trovoada seca num determinado ponto que cria as suas próprias correntes de convexão e as descargas elétricas continuam e continuam a fazer incêndios. Nós tivemos vários incêndios provocados por estas descargas elétricas, pelas tais trovoadas secas”.




 

 

Era só mais uma viagem........

 


            O Comandante Operacional Nacional da Autoridade de Proteção Civil respondeu dizendo que:

             “O incêndio foi detectado às 14h43 e de imediato nos primeiros dois minutos foi feita a triangulação, não só a saída do corpo de bombeiros que tem a responsabilidade da primeira intervenção mas os dois corpos de bombeiros mais próximos. Logo nos primeiros dois minutos foram ativados 20 operacionais, cinco veículos para a primeira ocorrência e um helicóptero”.



 

Devastação e sofrimento saõ os "ganhos" que o progresso do artifício impõe no susto.



            O     investigador da Universidade de Coimbra, Xavier Viegas, explicou que as trovoadas trazem correntes descendentes muito fortes durante o incêndio e essas correntes dão origem a ventos quase aleatórios, que espalham o vento em várias direções.

            “Quando se forma uma ignição destas num terreno que é muito inclinado, com ravinas e desfiladeiros. Aí o fogo acelera, cria a sua própria dinâmica, os seus próprios ventos e faz correntes de convexão que por sua vez transportam partículas, projeções a grandes distâncias”, declarou Xavier Viegas.


            O investigador acredita que tudo isto aconteceu no incêndio de Pedrógão Grande:

             “Estas correntes descendentes em diversas direções facilmente desorientam quem está a combater o incêndio e não é fácil. Com estas projeções o fogo aparecia em qualquer sítio e foi isso que aconteceu”.



 

 

Uma simples viagem e repentinamente uma cortina de fogo consumindo a vida.

 



                O presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses; Jaime Marta Soares declarou que:

            "Nunca vi um incêndio tão brutal, tão dantesco, como este em Pedrógão Grande".

 

 

 

 

Um calor incomum, um cenário  repentinamente incontrolável.

 

 

Uma vida de trabalho e em poucos minutos tudo reduzido a pó....

 

 

 

Nem nas casas se estava a salvo das impetuosas chamas....

 

 

 

 

 

 

A natureza na fúria do desequilíbrio imposta a ela pelo progresso do artifício.

 

 

 

Uma atmosfera viciada irrespirável.

 

Veja impressionantes vídeos do jornal inglês Dailymail sobre o terror do fogo em Portugal:

 

 

            Assista ao vídeo de um morador da região que registrou a tempestades de raios que deu causa ao início do incêncio em Portugal:

 

 

VEJA O MINISTRO DO INTERIOR DE PORTUGAL, NO CENTRO DE OPERAÇÕES DE COMBATE AO INCÊNDIO, COM A CHEGADA DAS CHAMAS PICAR A MULA E ABANDONAR O BARCO:" homem de ação"!!!  no link seguinte:

        

https://www.rtp.pt/noticias/pais/chamas-aproximaram-se-do-comando-operacional-em-gois_v1009355

 

 

A sucessão da tragédia

 

 

 

 

 

            Segundo autoridades portuguesas, o incêndio que começou na tarde do sábado, teve causas naturais. O fenômeno meteorológico chamado de tempestade elétrica.

            A tempestade elétrica acontece sem chuva, mas com muitas descargas elétricas. Especialistas acreditam que um raio atingiu uma árvore e deu início ao fogo.

            O clima seco e quente, com temperaturas superando os 40 graus Celsius, facilitaram a formação das chamas na região montanhosa que abriga algumas das florestas mais bem conservadas do país.

Apesar da região ser cortada por muitos desfiladeiros e riachos, estes não detiveram o fogo. O vento forte facilitou a rápida propagação do incêndio.

            Muitas vítimas morreram em seus veículos cercadas pelas chamas no momento em que passavam pela rodovia, que liga Figueiró dos Vinhos com Castanheira de Pera, no sábado.

 

 

            Leia a história de  um inglês, que vive há 4 anos em Portugal, que com ajuda de estranhos escapou com vida da tragédia do fogo.

 

Gareth Roberts

Gareth Roberts, 36 anos,  frente ao inevitável chegou a tentar enviar um texto emocionado de despedida a seus pais.

 

 

            "Estávamos dirigindo de volta de Cadiz, na Espanha, e estávamos a cerca de 50 minutos de casa. Sabíamos que havia um incêndio em curso e conseguíamos ver a fumaça. Parecia muito feio, mas eu não tinha idéia do quanto até chegarmos mais perto. Dirigindo pelas montanhas, víamos as chamas do fogo passando de um lado para o outro do vale. O vento jogava galhos sobre o nosso carro, mas não podíamos parar - dava para sentir o calor (do fogo).

        Acabamos ficando presos em uma aldeia chamada Mó Grande, cercada por fogo. Nós e os moradores locais estávamos chorando, comovidos pelo calor e pela velocidade do fogo. Estava escuro, muito escuro, em meio às chamas. Um homem gritou oferecendo abrigo em sua casa, junto a sua mãe. Muitos de nós aceitamos.

        Sua mãe tinha um apartamento anexado à casa, onde estava mais fresco e fora do caminho do fogo. No período em que ficamos lá, mais pessoas chegaram. A mãe do homem nos serviu vinho, e teria sido algo prazeroso se fossem outras as circunstâncias.

        Ao chegar à aldeia, eu havia mandado uma mensagem aos meus pais dizendo 'o fogo está em todo o lugar, este é o fim'. Na casa (onde estava abrigado), não havia rede de celular, então me dei conta: 'A última coisa que disse a meus pais foi que estava morrendo'.

           

            Ficamos sem energia e as chamas vieram com tudo, como um tornado feroz e vermelho passando pelas janelas. Nos encolhemos no chão por uma hora, tentando respirar, rezando, chorando.

            Não sou um homem religioso, mas não tenho vergonha de dizer: estava rezando, todos estávamos. Não havia nada mais a fazer.

            Disse a mim mesmo: 'não posso morrer assim'. Comecei a chorar, fiquei emocionado. Não consegui fazer nada por 20 minutos.

Até que o fogo passou e saímos para ver os destroços da aldeia, que ainda ardiam em chamas. Milagrosamente, nossa casa e a casa ao lado não pegaram fogo.

 

            A devastação era indescritível. As pessoas (estavam) desnorteadas, restos de casas queimavam incontrolavelmente.

            Eu não conseguia acreditar no que via. Depois que o fogo passou, deveria estar claro, mas estava escuro. Havia uma película estranha sobre nossos olhos.

            Dava para ouvir botijões de gás explodindo, com flashes azuis. O silêncio era estranho. A sensação era estranha. Depois se transformou em alívio, e choramos.

Até então, não havíamos recebido qualquer ajuda das autoridades. Toda a ajuda veio dos locais, sem telefones e sem internet, só do jeito que se costuma fazer.

            Se essas pessoas não tivessem sido generosas, eu não estaria aqui hoje. Agradeci a eles por terem salvado a minha vida. Mas um mero 'obrigado' não é nem de longe o suficiente.

            Eu poderia ter morrido. Deveria ter morrido. Um ato aleatório de bondade salvou a minha vida, e agora só o que posso fazer é rezar por Portugal."

 

            Leia a reportagem da BBCBrasil sobre um inglês que viu o drama de perto:

 

 

 

O loirinho até poderia ser divertido se estivesse plantado no meio de um circo, dispensadas as habituais roupas.

Mas ocupando inadequadamente a Casa Branca não faz graça para ninguém rir face as conseqüências que se projetam sobre a humanidade pelo reino da inconsciência do animal Racional.

 

 

            Leia reportagem da revista Época sobre a escalada do aquecimento na Terra:

 

              Leia a reportagem da rede estatal de notícias portuguesa RTP sobre o fogo por lá:

           

                    Leia reportagem do OGlobo sobre a exaustão dos bombeiros porttugueses:

 

             Reportagem do Globo sobre o drama dos parentes das pessoas afetadas pelo incêndio:

 

        Reportagem do OGlobo sobre a extensaõ do incêndio:

 

        O drama de quem sobreviveu ao fogo e as pessoas próximas que não tiveram a mesma sorte:

 

 

 

                O AUTOR do LIVRO UNIVERSO EM DESENCANTO, o RACIONAL SUPERIOR, em 1935, já alertou para a entrada da fase do fogo.

            O homem ainda vivia uma lua de mel com o progresso do artifício abraçado até o tutano na esperança dos males da vida resolvidos: com a palavra o tempo e a CONSCIÊNCIA RACIONAL.

            Hoje o homem vislumbra um panorama à frente de pura incerteza: é o nível do mar, o regime de chuvas, a esperada colheita, o tórrido verão, os extremos do clima em franco desequilíbrio, etc, etc e uma humanidade de  quase 8 bilhões a ver sua canoa sem rumo.

            Para quem não foi pego pela natureza é apreciar a s notícias. Para aqueles que ficaram no olho do desequilíbrio climático são conferidas estatísticas e lembranças até o próximo tormento.

            Na LEITURA do LIVRO UNIVERSO EM DESENCANTO O AUTOR dessa Obra relata o histórico desse 2º mundo deformado e aparente. Como viver fora do Verdadeiro Natural de RACIONAIS, submetido nessa deformação às energias inconscientes elétrica e magnética, as energias dos bichos irracionais, confrontaria o homem com bens indispensáveis a condução da vida: ORIENTAÇÃO RACIONAL e EQUILÍBRIO. 

           Os surtos de grandeza correntes parecem mais conferirem credenciais ao hospícios do que qualquer outra coisa!!!  

            Os problemas se avolumam e na bravata tenta se "ganhar o jogo": coisa infantil.

            Para ter com QUEM contar e onde se agarrar o lamento não confere um acesso real. Na mudança do paradigma energético, do deformado para o RACIONAL ORIGINAL está a opção de conduzir a vida pautada no equilíbrio e no SABER RACIONAL que considera a trajetória de vida humana antes e depois do animal Racional.

 

 

 

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