DESTAQUE NA SEMANA

            Aqui alguns fatos e informações da semana que tem haver com a CULTURA RACIONAL.

 

 

1)   O PRÉDIO CAIU

 GUERRA AO TALEBAN

 AFEGANISTÃO 'DOMINADO'

E OS MARINES  DESCOBRIRAM

 A VERDADEIRA GUERRA NO AFEGANISTÃO.

 

 

            O jornal The New York Times revela a guerra por trás da guerra contra o Taleban, no Afeganistão.

            Depois das torres gêmeas o impulso yanke foi "pegar pelo pescoço" o Bin Laden. Demorou bastante, mas subornando  paquistaneses o cara foi pego e tirado de cena.

            Terreno limpo para perseguir o resto do grupo terrorista que antes das torres já tinha implodido as estatuas de Buda,  patrimônio cultural protegido pela UNESCO.

            O que os soldados norte-americanos não desconfiavam, ao combater no Afeganistão, era  a guerra humana que se escondia  atrás deles.

            Relatos trazidos a tona pelo jornal norte-americano evidenciam o horror de ser afegão e estar por conta de afegãos.

            E aí se entende de sobra o esforço dos refugiados afegãos em abandonarem seu país para tentar uma vida digna na Europa, que também não é um lugar seguro para a infância (leia reportagem da BBCBrasil).

http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/09/150921_criancas_refugiadas_rm

 

A infância anda passando péssimos momentos na modernidade.

            Soldados norte-americanos declararam que foram instruídos por seus superiores a ignorar abusos de meninos pelos próprios afegãos, nos anos de 2010 à 2012.

        O cabo Gregory Buckley Jr contou a seu pai, via telefone, o conflito moral que estava sofrendo no Afeganistão; abusos sexuais de meninos afegãos por policiais afegãos na própria base  norte-americana.

            "À noite, nós podemos ouvi-los gritando, mas não estamos autorizados a fazer nada a respeito"  relatou o cabo ao seu pai, que o incitou ao contar aos seus superiores. A resposta do cabo ao pai:

            "Os seus oficiais me disseram para fazer vista grossa, porque é a cultura deles".

            O abuso sexual desenfreado de crianças há muito é um problema no Afeganistão, particularmente entre os comandantes armados que dominam a área rural e  molestam a população. A prática é chamada de "bacha bazi", literalmente "brincar com menino", e os soldados americanos receberam ordens para não intervirem, em alguns casos, nem mesmo quando seus aliados afegãos abusam de meninos nas bases militares, segundo entrevistas e autos de processos, relatou o jornal norte-americano.


 

 

                A vista grossa norte-americana persistiu  enquanto as forças norte-americanas recrutavam e organizavam a milícia afegã para combater o Taleban. Porém a perturbação dos soldados era enorme  já que  em vez de eliminarem os pedófilos, as Forças Armadas norte-americanas estavam armando eles e os colocando no comando das aldeias.

            "O motivo para estarmos aqui é porque ouvíamos as coisas terríveis que o Taleban estava fazendo à população, como privavam as pessoas de direitos humanos", disse Dan Quinn, um ex-capitão das Forças Especiais que deu uma surra no comandante de uma milícia apoiada pelos Estados Unidos, por manter um menino acorrentado à sua cama como escravo sexual.

 

 

Dan Quinn, ex-capitão das Forças especiais dos EUA no Afeganistão.

 

            "Porém estávamos colocando pessoas no poder que faziam coisas ainda piores do que o Taleban, foi o que alguns anciões tribais disseram para mim." afirmou o ex-capitão.

 

Criança afegã pode ganhar as capas de revista, porém sobrevier à barbárie local é outra coisa!



            Após a surra, o Exército afastou Quinn de seu comando e o retirou do Afeganistão. Ele abandonou as forças armadas. Quatro anos depois, o Exército também está tentando aposentar à força o sargento Charles Martland, um membro das Forças Especiais que se juntou à Quinn na surra dada no comandante afegão.

            "O Exército argumenta que Martland e outros deveriam ter feito vista grossa (um argumento que acredito ser um absurdo)", escreveu na semana passada o deputado Duncan Hunter, republicano da Califórnia, que espera salvar a carreira de Martland.

            Ao ser perguntado sobre a política das Forças Armadas dos Estados Unidos, o porta-voz do comando norte-americano no Afeganistão, o coronel Brian Tribus, escreveu em um e-mail: "De modo geral, as alegações de abuso sexual de menores por policiais ou militares afegãos seriam um assunto da lei criminal doméstica afegã". Ele acrescentou que "não há exigência expressa de que pessoal militar americano deva relatá-lo".

             A política norte-americana evita impor valores culturais em um país onde a pedofilia é abundante, particularmente entre homens poderosos, para os quais estar cercado por adolescentes pode ser uma marca de status social.
           

               Em setembro de 2011, uma mulher afegã agredida, apareceu em uma base norte-americana com seu filho, que estava mancando. Um dos comandantes da polícia afegã na área, Abdul Rahman, raptou o menino e o forçou a ser seu escravo sexual, acorrentado à sua cama, afirmou a mulher. Quando tentou resgatar seu filho, ela foi espancada. O filho dela acabou sendo solto, mas ela ficou com medo de que aconteceria de novo e procurou os americanos na base.

            Ela disse que como "seu filho era um menino bonito, ele era um símbolo de status", cobiçado pelos comandantes locais, lembrou Quinn, que  foi informado sobre o fato.

            Logo Quinn chamou Abdul Rahman e o confrontou sobre a ocorrência. O comandante da polícia reconheceu que era verdade, mas não estava nem aí. Quando o oficial americano  censurou-o, já que estava trabalhando com o exército norte-americano, o policial afegão começou a rir.

            "Eu o agarrei e o atirei no chão", disse Quinn. Martland se juntou a ele; "Eu fiz isso para assegurar que a mensagem tinha sido entendida, que se ele fosse atrás do menino, aquilo não seria tolerado", lembrou Quinn.

           O comandante, Abdul Rahman, foi morto há dois anos pelo Taleban.

            Martland, escreveu em uma carta ao Exército neste anos que ele e Quinn sentiram que "moralmente, não poderiam mais permitir que nossa Policia Local Afegã cometesse atrocidades".

 

A paisagem é agreste e a sobrevivência da infância um pesadelo.

            A Convenção de Genebra e as leis federais dos EUA impõe a obrigação aos EUA para investigar e processar violações sob sua jurisdição, incluindo as bases no Afeganistão:

            "Não há áreas cinzas aqui", disse John Sifton do Human Rights Warch.

 

 

            Leia a reportagem do The New York Times traduzida parcialmente pelo UOL:

 

            Leia o editorial do The New York Times:

            Leia a reportagem do New York Times:

 

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