DESTAQUE NA SEMANA

            Aqui alguns fatos e informações da semana que tem haver com a CULTURA RACIONAL.

 

 

1)  EDUCAÇÃO EM BAIXA,

DESDE MANIPULAR DADOS,

ATÉ FRAUDAR TESTES DE CARROS NOS EUA,

E NA HIGH SOCIETY INGLESA, DE OXFORD,

O PORCO....., O SALVE-SE QUEM PUDER!!!

 

 

           O sociólogo polonês Zygmunt Bauman, em palestra no RJ, no auditório lotado na Escola Sesc de Ensino Médio, durante o encontro internacional Educação 360, realizado pelos jornais O GLOBO e “Extra” em parceria com a prefeitura do Rio de Janeiro e o Sesc, com apoio da TV Globo e do Canal Futura, alerta para a depreciação da capacidade de lidar com a realidade, que a internet vem impondo as pessoas.

            " Há uma crise de atenção".

           

        "A educação é vítima da modernidade líquida, que é um conceito meu. O pensamento está sendo influenciado pela tecnologia. Há uma crise de atenção, por exemplo. Concentrar-se e se dedicar por um longo tempo é uma questão muito importante. Somos cada vez menos capazes de fazer isso da forma correta" afirmou o sociólogo;

            " Isso se aplica aos jovens, em grande parte. Os professores reclamam porque eles não conseguem lidar com isso. Até mesmo um artigo que você peça para a próxima aula eles não conseguem ler. Buscam citações, passagens, pedaços, fragmentos."

            Como o próprio sociólogo Bauman destaca, a modernidade líquida — definida nos resultados do Google como a época em que vivemos, se 'enche' de “volatilidade” , “incerteza” e “insegurança”.

            "Não há como contestar que a internet nos trouxe grandes vantagens. A facilidade de acesso à informação, a facilidade com que podemos ignorar as distâncias... Lembro-me de que, quando era jovem, passava muito tempo na biblioteca tentando ler cem livros para encontrar um pedacinho de informação de que precisava. Agora, basta pedir para o Google. Em décimos de segundo ele dá milhares de respostas. Um problema foi eliminado: nós não precisamos passar horas na biblioteca. Mas há um novo problema. Como vou compreender essas milhares de respostas? " questionou Bauman.

 

            Há ainda, na visão de Bauman, outras crises que chegam com a internet e precisam ser superadas. O sociólogo defende que vivemos com cada vez menos paciência, pela quantidade de informação que recebemos ao mesmo tempo. E, quando não temos isso, o resultado é a irritação.

            "Se demoramos mais de um minuto para acessar a internet quando ligamos o computador, ficamos furiosos. Um minuto só! Nosso limiar de paciência diminuiu. As informações mais bem-sucedidas, que têm mais probabilidade de serem consumidas, são apenas pedaços" afirma o sociólogo polonês.

            " Outra coisa é a persistência. Conseguir algo contém em si um número de fracassos que faz com que você perca tempo e tenha que recomeçar do zero. E isso é muito complicado. Não é fácil manter essa persistência nesse ambiente com tanto ruído e tantas informações que fluem ao mesmo tempo de todos os lados."

           

            Nesse novo cenário, disse o sociólogo à platéia de educadores,  a posição secular do docente, como única fonte do saber, se vê obrigada a se transformar.

            "Não há como conceber a sociedade do futuro sem tecnologia. Então, se não pode vencê-la, una-se a ela. Tente contrabalancear o impacto negativo, como a crise da atenção, da persistência e de paciência. É preciso ter determinadas qualidades se você deseja construir conhecimento e não só agregá-lo: paciência, atenção e a habilidade de ocupar esse local estável, sólido, no mundo que está em constante movimento. É preciso trabalhar a capacidade de se manter focado." afirmou na palestra.

 

 

Zygmunt Bauman: internet abala atenção, paciência e perseverança para construir um conhecimento sólido - Foto Pablo Jacob / Agência O Globo

 

            "Uma das tarefas da educação é conferir a todas as pessoas que tenham talento a possibilidade de adquirir conhecimento para que isso acabe tendo um uso criativo para a sociedade. Mas esse objetivo não está sendo perseguido em muitos lugares. Na Grã-Bretanha, os preços, em vez de diminuírem para as pessoas com menos dinheiro, vão subindo. E cada vez menos pais têm a possibilidade de economizar a quantia necessária para seus filhos cursarem a universidade." afirmou o sociólogo na palestra no RJ.

 

                   

            Política e os interesses corporativos continuam sendo o motor propulsor da educação, segundo o sociólogo  Bauman, e isso se reflete na mente do estudante. Ele critica o fato de os alunos escolherem a área de estudos baseados “no fato de se vão conseguir emprego ou não”.

            " Se você quer conhecimentos especializados, que são as condições para um bom emprego, precisa estudar quatro ou cinco anos, e isso requer muito esforço. Mas, se você está sendo guiado pelo atual estado de coisas, tudo vai mudar nesse tempo de estudo. E você vai perceber que não vai conseguir encontrar um uso rentável para o tipo de qualificação e habilidade que adquiriu nesses anos de trabalho árduo na faculdade" pontua.

            Não vencido pela idade ou pelo motor do sistema que dispõe da grande massa da educação o sociólogo polonês fechou com sua forte empatia pela atividade educacional:

            "Educar, senhoras e senhores, é fazer um investimento nos próximos cem anos."

 

            Leia a reportagem do jornal OGlobo:

 

          Assista a palestra, traduzida, na internet, disponibilizada pelo canal futura:

 

            Veja a página no facebook dedicada a visita do sociólogo polonês ao Brasil:

 

 

 

 

            Dando crédito ao sociólogo Bauman, uma pesquisa da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) mostrou no relatório denominado: “Estudantes, computadores e aprendizado: Fazendo a conexão”, que países que investiram pesado em tecnologia não têm registrado melhora perceptível no desempenho dos alunos nos exames tradicionais de leitura, matemática ou ciências do PISA.

            Sendo assim, a OCDE aponta para o "caminho das pedras" quando o assunto é educação;  fazer valer um nível básico de proficiência em leitura e matemática na educação das crianças, sendo inclusive mais eficaz para garantir  o desenvolvimento das habilidades digitais, do que lotar as escolas com equipamentos de alta tecnologia. O uso freqüente de computadores em escolas está mais associado a baixos resultados educacionais.

 

 

Alunos que usaram computadores com muita freqüência na aula tiveram resultados piores em leitura online.

 

            Para sustentar  que fornecer aparatos tecnológicos não é suficiente para desenvolver habilidades, a pesquisa utiliza o exemplo da Austrália, Nova Zelândia e Suécia, que estão entre os setes países com alto índice de uso da internet na escola e apresentaram “declínios significativos” nas notas de leitura do Pisa. Na Espanha, Noruega e na Dinamarca— que também utilizam amplamente as novas tecnologias— o desempenho dos estudantes estagnou.

            Em contra-partida , a Coreia do Sul, Xangai e Hong Kong, na China, e Japão. Nesses países, que possuem baixos níveis de uso de tecnologia nas escolas (quem diria!?), estão entre os melhores nos testes que avaliam aprendizagem.

            “ Se você olhar para os sistemas educacionais com melhor desempenho, como os do leste da Ásia, perceberá que eles têm sido muito cautelosos quanto ao uso de tecnologia em sala de aula. Aqueles alunos que usam tablets e computadores com muita freqüência tendem a se sair pior nas avaliações que aqueles que usam moderadamente”, afirmou o diretor de educação da OCDE, Andreas Schleicher, complementando que a tecnologia gerou “falsas esperanças”.

 

            Ele  ainda afirmou que a tecnologia pode ser uma distração e fazer com que alunos construam respostas “pré-fabricadas” nas lições de casa, como resultado do que copiam da internet:

            “Não existe um único país no qual a internet é usada freqüentemente na escola pela maioria dos estudantes onde o desempenho desses alunos melhorou.”

            Estima-se que o gasto global anual com tecnologia educacional é de cerca de 108 bilhões de reais.

 

 

            Esses resultados  refletem os  obtidos no PISA de 2012 para avaliação de leitura em papel, "o que parece indicar que um bom número de habilidades úteis para navegar na internet pode também ser ensinada e adquirida por meio de técnicas de leitura clássicas", diz a OCDE.

            O estudo sugere que o acesso e uso de computador importa menos no desenvolvimento da capacidade de navegação e leitura online do que um bom preparo básico. Sugere também que a habilidade para navegar na internet pode ser ensinada e adquirida com a ajuda de pedagogias e ferramentas tradicionais.

            Os dois primeiros do ranking, os alunos de Cingapura e da Coreia do Sul, utilizam menos computadores na escola - apenas 70% dos alunos usam computador, no caso de Cingapura, e 42% na Coreia do Sul - do que a média dos países da OCDE - de 72%.

            Segundo a organização, "o fato de assegurar que cada aluno atinja um nível de competências de base em leitura e matemática contribuirá mais para a igualdade em um mundo digital do que o simples fato de ampliar ou subvencionar o acesso a serviços e aparelhos de alta tecnologia".

            "A leitura online solicita as mesmas competências que a leitura em papel. No entanto, é preciso acrescentar uma capacidade suplementar, que não é das menores: a de saber navegar entre páginas de texto e discernir as fontes pertinentes e dignas de confiança entre um número de informações aparentemente infinito", afirma o estudo.

 

            Leia reportagem do jornal OGlobo:

 

                  Leia a reportagem da BBCBrasil:

 

 

            Avaliando as habilidades na internet, os alunos (15 anos) tiveram de navegar por textos online através de links, atalhos e comandos de navegação para ter acesso à informação solicitada, além de criar um gráfico a partir de dados ou utilizar calculadoras na tela do computador.

            Os pesquisadores analisaram o número de etapas para buscar informações e também a capacidade para navegar de maneira focada na busca por determinados assuntos (clicando corretamente, por exemplo, na seqüência de páginas que permitiam realizar a tarefa solicitada).

 

            O documento da OCDE revela que mesmo os países que investiram consideravelmente nas tecnologias da informação no sistema educacional não tiveram nenhuma melhoria notável dos resultados nas avaliações de compreensão da escrita, matemáticas e ciências do PISA.

Gaz auto

Volkswagen pagando o mico nos EUA e morrendo numa grana pesada!

 

            Exemplo da força corporativa sobre a educação: a gigante (1ª no ranking mundial - a Volkswagen) admitiu que agiu deliberadamente para enganar as autoridades ambientais nos EUA, ao inserir um software nos seus veículos a diesel (uns 500.000 vendidos de 2008 a 2015 nos States, NO MUNDO SÃO 11 MILHÕES com software para fraudar testes ambientais!!!), que ao detectar que o veículos  estava sendo inspecionados, quanto a emissão de poluentes, burlava os limites de emissão de gases, segundo a EPA (Agência de Proteção ao Meio-ambiente- EUA)

            As autoridades norte-americanas revelaram na sexta-feira que a Volkswagen teria implantado e um sistema capaz de detectar quando eles estão sendo submetidos a testes sobre as emissões de gases poluentes. Este sistema tem um mecanismo interno de limitação de gases poluentes permitindo ao veículo passar no teste.

        Depois de concluído os testes, o mecanismo antipoluição do veículo é desativado e gases poluentes são novamente lançados na atmosfera, incluindo o dióxido de nitrogênio, associado a doenças respiratórias graves, como asma. O escândalo não só afeta a imagem do grupo alemão, como também poderá gerar uma multa bilionária de até 18 bilhões de dólares, uns72 bilhões de reais, as ações do grupo estão despencando. Seria a indenização mais alta paga por uma empresa alemã nos EUA.

 

2015 Audi A3 TDI Diesel Sedan

Audi a diesel, pego fraudando vistoria ambiental nos EUA, quem diria???

 

             Os modelos que devem sofrer nova fiscalização são as versões de quatro cilindros do Jetta, Fusca, Audi 3, Golf e Passat. Segundo a EPA, esses modelos emitem até 40 vezes mais contaminantes do que o permitido.

            “É uma violação muito séria, é ilegal e é uma ameaça à saúde”, assinalou a EPA.

            O porta-voz da VW declarou que a empresa já admitiu a fraude ante as autoridades norte-americanas, e agora vão ver como se resolve a parada!

 

O figurão presidente da VW, Martin Winterkorn, durante a feira do automóvel de Frankfurt, em 14 de setembro; "pagou" pelo mico empresarial da Volkswagen que tentou dar um jeitinho pra cima da fiscalização norte-americana de poluição, e se deu mal: vai morrer numa tremenda grana! Ações em queda na bolsa de Frankfurt.

 

            A fraude armada pelos engenheiros (sempre sobra para o baixo escalão) da Volkswagen, admitida neste domingo pelo principal executivo do grupo, o presidente (ou ex-) Winterkorn.

        O presidente da VW; "não sabia de nada", ou seja o governo brasileiro anda fazendo escola no meio empresarial mundial, só que o fato pode acabar com a carreira do presidenta da VW, já aqui......

           E o principal executivo da Volkswagen não teve palavras para explicar os motivos que levaram o grupo a enganar as autoridades ambientais dos EUA. Será que alguém aposta no lucro???

        Todo esse processo é perigoso e seu alcance não pode ser previsto”, assinalou Ferdinand Dudenhöffer, talvez o maior especialista na área. “A única coisa certa é que será muito caro”, acrescentou.

 

 

             Leia a reportagem do jornal ElPais:


                Leia a reportagem no UOL:

 

 

            E se ainda sobrar estômago sobre a educação formal, veja o preview, no jornal inglês Daily Mail, de uma biografia do 1º ministro inglês David Cameron, formado na prestigiosa Universidade de Oxford, contado por um Lorde britânico, bilionário, amigo do primeiro ministro.

            Até ganhou uma inserção no  Twitter; é chamado de “#Piggate”

            Segundo o jornal inglês “Daily Mail”, Cameron teria participado em festas da universidade de brincadeiras sexuais com a cabeça de um porco morto, como parte de um ritual de um grupo de estudantes de Oxford chamado “Piers Gaveston”, nos anos 90.

            De acordo com o livro, um colega contemporâneo de universidade e também membro do Parlamento relatou que Cameron “inseriu uma parte privada de sua anatomia na boca do animal” – haveria inclusive uma foto comprovando a versão.

            A Inglaterra é uma potência nuclear, e o indivíduo do porco ocupa o cargo de 1º ministro. Vindo  à baila a questão de novo: que tipo de educação é essa a do animal Racional, mesmo na Alemanha ou na Inglaterra???

            Leia reportagem do jornal inglês Daily Mail:

 

                Tradução parcial do UOL:

 

 

David Cameron

Primeiro  ministro inglês David Cameron e sua NADA INTERESSANTE biografia.

Lord Ashcroft

O Lord bilionário  e suas revelações sobre os "estudos' em Oxford, a universidade mais velha da Inglaterra.

 
Party time: David Cameron (centre) dances at the Pitt Club Ball at Cambridge University in 1987

O 1º ministro inglês em "embalos de sábado à noite" na Universidade.

Tories: For the first five years of Mr Cameron’s (right) leadership, Lord Ashcroft (left) was deputy chairman of the Tory party. They are pictured together at a book launch in London in November 2006

Amigos são amigos para compartilhar seus momentos, .. Éh????

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