DESTAQUE NA SEMANA

            Aqui alguns fatos e informações da semana que tem haver com a CULTURA RACIONAL.

 

 

1)    COMIDA NA MESA

TRABALHO NO CAMPO

EPIDEMIA DE CÂNCER NA AGRICULTURA

NO PRATO..............!????

 

 

            Reportagem da BBCBrasil realizada no Rio Grande do Sul mostra a insanidade correndo solta no campo: um "salto olímpico" de envenenamento.

            A coisa anda tão feia que já foi batizada de: EPIDEMIA DE CÂNCER!

 

Vendo não se vê, só que os efeitos negativos rondam quem trabalha e quem ousa comer.

 

            Um número crescentes de agricultores gaúchos vem apresentando câncer levantando a atenção, MAIS UMA VEZ, para os agrotóxicos que inundam o campo.

 

Um fumacê "inocente"; o que uma fumacinha poderia fazer frente ao esperto homem.

 

            Primeiro: tontura, depois um câncer na cabeça revelado, a sina de um agricultor no Rio Grande do Sul.  Produtos produzidos: milho e mandioca.

            Campeão de suspeitas da causa do câncer: os agrotóxicos utilizados no dia a dia da lavoura. 

            Brasil no topo do "podium olímpico" do uso de agrotóxicos: líder mundial de consumo desde 2009. Se a memória já não foi totalmente corroída pelos organofosforados, esse é o ápice do período de governança comunista no Brasil.

            Moral da história: os capitalistas são umas bestas na perseguição ao vil lucro,  a qualquer custo. Já os comunas; esses sonham, respiram, almoçam e jantam  com a verdinha alheia, tudo em cima  da malfada  retórica oca do bem comum, DE QUEM MESMO!???

           

        "Meu pai acusa muito esse negócio de veneno. Ele nunca usou, mas as fazendas vizinhas sempre pulverizavam a soja com avião e tudo", declarou o filho do agricultor gaúcho diagnosticado com câncer no cérebro..

        O noroeste gaúcho, onde o agricultor com câncer no cérebro mora, é campeão nacional no uso de agrotóxicos, segundo um mapa do Laboratório de Geografia Agrária da USP, elaborado a partir de dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

            Dúvidas do NEXO DE CAUSALIDADE entre câncer e agrotóxicos NÃO EXISTEM para os especialistas que atuam na linha de frente.

            "Diversos estudos apontam a relação do uso de agrotóxicos com o câncer", afirmou o oncologista Fábio Franke, coordenador do Centro de Alta Complexidade em Oncologia (Cacon) do Hospital de Caridade de Ijuí, que atende 120 municípios da região.

 

 

Dr Fábio Franke, que atua na linha de frente do problema câncer-agrotóxicos.

 

            O glifosato-Roundup é o agrotóxico mais usado no país, e fabricado pela Monsanto, que, desafiando o  senso crítico, nega os efeitos nocivos do agrotóxico.

             O representante dos fabricantes dos agrotóxicos no Brasil, segundo a reportagem da BBCBrasil passou a batata quente para outra instância ( Andef- Associação Nacional de Defesa Vegetal) que representa as mesmas empresas produtoras de agrotóxicos, reconhecendo que   os agrotóxicos são agentes tóxicos, tentando colocar o peso do dano em fatores extra-droga.

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            Reportagem de 2015, da respeitada revista National Geographic alerta que:

            " O glifosato NÃO ESTÁ INCLUÍDO na lista de drogas a serem testadas para resíduos presentes na comida ou o monitoramento desses químicos no sangue ou tecidos humanos", nos EUA! Não havendo, portanto informação sobre como as pessoas estão expostas ao agrotóxico, usando-os, sendo vizinho de quem usa ou comendo os alimentos produzidos sob efeito do veneno.

            Um estudo recente da USGS (United States Geological Survey) com amostras de água, em 38 estados dos EUA, encontrou o agrotóxico glifosato-Roundup na maioria dos rios, riachos, valas e águas residuais  testadas.

            O agrotóxico glifosato também foi encontrado em 70% das amostras de água da chuva!!! Banho de agrotóxico!

            Charles Benbrooks, professor pesquisador na Washinton State University - EUA, no Centro para Pesquisa em Agricultura Sustentável e Natural alerta que os testes indicam:

            "Resíduos muitos altos do agrotóxico nos alimentos".

            Os resíduos foram achados em 90% das 300 amostras de soja plantadas com o agrotóxico.

            O professor Bruce Blumberg, da Universidade da Califórnia apontou para os agricultores e seus vizinhos como os mais expostos ao agrotóxico.

            A Agência Internacional da ONU para a Pesquisa em Câncer afirmou em março/2015 que esse agrotóxico provavelmente aumenta o risco de câncer nas pessoas expostas. Os estudos foram realizados em pessoas, animais e estudos sobre células, declarou o emérito cientistas, dr Aaron Blair do Instituto Nacional do Câncer - EUA. O estudo achou o glifosato no sangue e urina dos agricultores, danificando o cromossomo das células e aumentando o risco de linfomas não-Hodgkin em pessoas expostas e a formação de tumores em animais estudados.

            Milho, soja e algodão lá foi o agrotóxico nos EUA. Na Califórnia;  amêndoas,  pêssegos, cebola , melão, cerejas, milho doce, laranja-limão, as uvas e outros  cereais também tem o uso dele.

 

            Leia reportagem da National Geographic:                      

 
 

 

Essa foto foi realizada por estúdio fotográfico tentando reproduzir  ETs no campo.

Alguém já viu essa cena no corriqueiro diário do campo??????

 

            "Nós sempre perguntamos se usam proteção, se usam equipamento. Mas atendemos principalmente pessoas carentes. Da renda deles não sobra para comprar máscaras, luvas, óculos. Eles ficam expostos", disse Emília Barcelos Nascimento, voluntária da Liga Feminina de Combate ao Câncer de Ijuí, à reportagem da BBCBrasil.

            Anderson Scheifler, assistente social da Associação de Apoio a Pessoas com Câncer da cidade (Aapecan), afirma:

            "Temos como relato de vida dessas pessoas um histórico de utilização excessiva de defensivos agrícolas e, na maioria das vezes, sem uso de proteção".

            Estudo da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) com mortes por câncer em Ijuí: a taxa de mortalidade local é maior que a gaúcha   (que já é alta), assim como a nacional.

            De acordo com o Inca (Instituto Nacional de Câncer), o Rio Grande do Sul é o Estado com a maior taxa de mortalidade pela doença.

            O índice é bem superior ao registrado pelos segundos colocados, Paraná e Rio de Janeiro.

            O Estado também é líder na estimativa de novos casos de câncer neste ano, segundo o INCA.

            Em 2014, 17,5 mil pessoas morreram de câncer em terras gaúchas - no país todo, foram 195 mil óbitos.

            Anualmente, cerca de 3,6 mil novos pacientes são atendidos na unidade coordenada pelo dr Franke. Se incluídos os antigos, são 23 mil atendimentos. Destes, 22 mil são bancados pelo SUS (Sistema Único de Saúde) - os cofres públicos desembolsam cerca de R$ 12 milhões por ano para os tratamentos.

            Segundo o oncologista, a maioria dos doentes vem da área rural - mas o problema pode ser ainda maior, já que os malefícios dos agrotóxicos não ocorrem apenas por exposição direta pelo trabalho no campo, mas também via alimentação, contaminação da água e ar.

            "Se esses números fossem de pacientes de dengue ou mesmo uma simples gripe, não tenho dúvida de que a situação seria tratada como a mais alarmante epidemia, com decreto de calamidade pública e tudo. Mas é câncer. Há um silêncio estranho em torno dessa realidade", afirma o promotor Nilton Kasctin do Santos, do Ministério Público da cidade de Catuípe.

            "Milhares de pessoas estão morrendo de câncer por causa dos agrotóxicos", acrescenta ele, que atua no combate aos produtos.

 

 

Braços abertos, corram todos, quem trabalha e também quem come!

No mundo são 630 milhões de litros despejados na agricultura, só do agrotóxico glifosato, segundo a revista National Geographic.

Quase todo milho, soja e algodão nos EUA são cultivados sob o efeito desse agrotóxico.

Por aqui, nada diferente.

 

 

                 Mais de 1,1 mil pessoas: número de baixas humanas, no Brasil, em 8 anos por intoxicação com agrotóxico.

             Venda de agrotóxicos no Brasil: aumento 155% em dez anos; "santa vigilância comunista", apontam os Indicadores de Desenvolvimento Sustentável (IDS), estudo elaborado pelo IBGE no ano passado - entre 2002 e 2012, o uso saltou de 2,7 quilos por hectare para 6,9 quilos por hectare, ou seja não é um aumento de área é AUMENTO DE VENENO na mesma área: terra e água poluidíssimos.

             64,1% dos venenos aplicados em 2012 são perigosos e 27,7% muito perigosos, segundo  o IBGE.

        O Inca (INSTITUTO NACIONAL DO CÂNCER) é um dos órgãos que se posicionam oficialmente "contra as atuais práticas de uso de agrotóxicos no Brasil" e "ressalta seus riscos à saúde, em especial nas causas do câncer".

 

        RECEITA MÉDICA DO INCA:

 

            Márcia Sarpa Campos Mello, pesquisadora do instituto e uma das autoras do "Dossiê Abrasco - Os impactos dos Agrotóxicos na Saúde", ressalta que o agrotóxico mais usado no Brasil é o glifosato - vendido com o nome de Roundup e fabricado pela Monsanto.

Segundo ela, o glifosato está relacionado aos cânceres de mama e próstata, além de linfoma e outras mutações genéticas.

            "A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirma que 80% dos casos de câncer são atribuídos à exposição de agentes químicos. Se os agrotóxicos também são esses agentes, o que já está comprovado, temos que diminuir ou banir completamente esses produtos", afirma  a cientista do INCA.

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O Instituto Nacional do Câncer que não se omite sobre os efeitos lesivos  à saúde dos agrotóxicos.

Veja uma execelente seqüência de slides da drª Márcia Sarpa Campos Mello sobre os agrotóxicos:

 

 

       

        França, Itália, Suécia e Países Baixos se posicionaram contra a utilização do glifosato na União Europáeia. Um dos motivos é a recente classificação da Agency for Research on Cancer (IARC), parte da Organização Mundial da Saúde, que classificou o glifosato como "provavelmente cancerígeno para humanos".

            Procurada, a Monsanto se mostra um poste parado no tempo.

              

 

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National Institutes of Health - EUA,

que publicou artigo científico sobre a toxicidade do glifosato alertando que os estudos focam a TOXICIDADE da droga ISOLADA.

 NÃO RETRATAM A REAL LESÃO PRODUZIDA, uma vez que seu efeito tóxico é amplamente potencializado pelas substâncias tensoativas presentes no preparado final!!!

Veja alerta do National Institutes of Healh sobre a potencialização dos danos do agrotóxico feitos pelas substâncias tensoativas adicionadas a eles.

 

 

Resultado de imagem para Scientific American

Respeitada revista norte-americana questiona as "verdades" por trás dos inconfessáveis interesses comercias 'científicos'.

            Reportagem da Scientific American mostra que as substâncias que compõe o agrotóxico na sua apresentação comercial e são rotuladas de inertes, de inertes NÃO TEM NADA representando um  enorme perigo para a saúde e meio-ambiente.

            Pesquisadores da Universidade de Caen, na França declaram:

            " Os efeitos da mistura do agrotóxico disponíveis no mercado podem causar lesão celular e mesmo a morte, com níveis residuais."

            A equipe de cientistas franceses liderados por Gilles-Eric Seralini, um biólogo molecular afirmou que os resultados das pesquisas advertem as autoridades sanitárias que é hora de reconsiderar a fala de que o glifosato (roundup) é seguro.

            "A composição presente na mistura comercial do agrotóxico agem para limitar a respiração celular, estressando as células e conduzindo elas à morte", declarou o cientista francês.

            A equipe científica do dr Seralini conduziu estudos com diversas concentrações do glifosato-roundup. Elas foram desde as tipicamente usadas na agricultura ou em gramados até concentrações tão baixas como 100.000 vezes mais diluídas do que a concentração presente no produto comercializado:

            OS CIENTISTAS ACHARAM DANO CELULAR EM TODAS AS CONCENTRAÇÕES DO AGROTÓXICO!!!

 

            Cientistas na Argentina e na Suécia chegaram a mesma conclusão dos efeitos nocivos à saúde do agrotóxico.

            Os ingredients da formulação do agrotóxico batizados de inertes, de inertes não tem nada: eles ampliam os efeitos do ingrediente principal, ajudando-os a penetrar nas roupase nos equipamentos de proteção e nas membranas celulares, ou aumentando sua toxicidade.

            Uma equipe  cientifica da Croácia descobriu que uma formulação de herbicidas contendo atrazine causa dano ao DNA celular, podendo levar ao câncer, enquanto a droga atrazine sozinha não tem esse potencial! Ou seja não adianta destacar os efeitos isolados das drogas, fora do seu conjunto, que isso leva a um juízo errôneo de potencial tóxico.

            Em 2005, pesquisadores da Universidade de Pittsburg - EUA, aplicaram Roundup conforme as recomendações do fabricante num tanque cheios de girinos de rãs e sapos. Quando os pesquisadores retornaram 2 semanas após eles acharam de 50% à 100% da população de muitas espécies de girinos: estavam mortas!

 

           

 

            Leia reportagem da respeitada revista científica Scientific American sobre os  efeitos lesivos do agrotóxico glifosato:

 

 

            Na página 18 do dossiê realizado pela USP  e divulgado pelo Ministério Público Federal se vê a sombra dos agrotóxicos  se espalham assustadoramente sobre o Brasil, em especial na região sul.

 

Veja o dossiê do Ministério Público Federal sobre agrotóxicos:

 

 

            Segundo a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), o 'consumo' per capita do brasileiro é de 12 litros de agrotóxico por ano.

            A bióloga Francesca Werner Ferreira, da Aipan (Associação Ijuiense de Proteção ao Ambiente Natural) e professora da Unijuí (Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul), alerta que a situação é ainda pior no noroeste gaúcho, onde o volume consumido pode ser três vezes maior, segundo a reportagem da BBCBrasil.

            Ela conta que produtores da região têm abusado das substâncias para secar culturas fora de época da colheita ( prática cada vez mais comum , inclusive no Paraná) e, assim, aumentar os lucros frente a alta do produto. É o caso do trigo, que recebe doses extras de glifosato, 2,4-D, um dos componentes do "agente laranja", usado como arma química durante a Guerra do Vietnã, e paraquat.

        Segundo o promotor Nilton Kasctin do Santos, este último causa necrose nos rins e morte das células do pulmão, que terminam em asfixia sem que haja a possibilidade de aplicação de oxigênio, pois isso potencializaria os efeitos da substância.

            "Nada disso é invenção de palpiteiro, de ambientalista de esquerda ou de algum cientista maluco que nunca tomou sol. Também não é invenção de algum inimigo do agronegócio. Sabe quem diz tudo isso sobre o paraquat? O próprio fabricante. Está na bula, no rótulo", alerta o promotor.

        No último ano, 52 pessoas morreram por intoxicação por paraquat no Rio Grande do Sul, segundo o Centro de Informação Toxicológica do Estado.

            No Brasil, 1.186 mortes foram causadas por intoxicação por agrotóxico de 2007 a 2014, segundo a coordenadora do Laboratório de Geografia Agrária da USP, Larissa Bombardi.

            A estimativa é que para cada registro de intoxicação existam outros 50 casos não notificados, afirma a cientista. A pesquisa da professora indica que 300 bebês de zero a um ano de idade sofreram intoxicação no mesmo período.

 

           Leia a reportagem da BBCBrasil:

 

 

            Não sem MUITA RAZÃO o RACIONAL SUPERIOR alertara para o avanço do progresso artificial com enorme prejuízo para a natureza e quem depende dela: os homens, gananciosos ou não.

            Lendo O LIVRO UNIVERSO EM DESENCANTO  a pessoa vai descobrir o motor propulso dessa tragédia toda: o homem vivendo sem se conhecer elege metas para sua própria satisfação e preenchimento. Metas que vão contra o próximo e contra si mesmo no mais absurdo exercício de irracionalidade, apesar de toda pompa científica inconfessável.

            Na CULTURA RACIONAL o homem se reintegra naturalmente com a natureza, pois dela veio e dela depende totalmente. Não precisa ir pra selva, basta olhar com respeito e silenciosa reverência ao poder criador da Mãe Natureza, não é um culto compensatório aos imensos desatinos já feitos.

            Como criatura não ofensiva e com o estado mental equilibrado pela ENERGIA RACIONAL o modo e meio de vida, mesmo nesse 2º mundo deformado e aparente ganha qualidades fundamentais para um convívio pacífico sem levar doença a quem trabalha ou come.

 

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            semana: 19-25. janeiro 2015:

            semana: 19-25 janeiro 2015:

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            semana: 13 - 19 . outubro 2014:

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