DESTAQUE NA SEMANA

            Aqui alguns fatos e informações da semana que tem haver com a CULTURA RACIONAL.

 

 

1)     AGENDA:   SÓ ASSÉDIO.

A IDADE: NÃO LARGA DO PÉ.

 DEPRESSÃO: DOENÇA MAL DIAGNOSTICADA DA MODERNIDADE

SE MAL DIAGNOSTICADA... LOGO MAL TRATADA!!!

 

 

 

 

            Reportagem do G1, com psiquiatra dr Jorge Jaber, da PUC - Rio, alerta para o abuso  de tranqüilizantes/ansiolíticos (diazepínicos)  com seus negativos efeitos sobre a saúde mental das pessoas: dependência química à vista.

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A depressão: expressão da falta de equilíbrio na vida moderna  empurra a pessoa para um canto.

 

 

            O psiquiatra dr Jaber alerta para a prática médica corrente de se tratar a depressão só com medicamentos:

 

            "UTILIZAR A MEDICAÇÃO NÃO É SUFICIENTE, SENDO IMPORTANTE QUE A PESSOA FAÇA EXERCÍCIOS, SE ENVOLVA COM ATIVIDADES DE ORDEM ESPIRITUAL, OU LIGADAS A ARTE, SOMOS O RESULTADO DA GENÉTICA E DO MEIO AMBIENTE. NÃO SÓ ISSO VAI ALTERAR A RESPOSTA GENÉTICA, COMO TERÁ GRANDE INFLUÊNCIA NO SENTIDO DE CRIAR UM NOVO ESTILO DE VIDA"

 

            O psiquiatra dr Jaber  aponta para as técnicas  de meditação como  prática de reflexo  positivo na saúde mental:

            "A espiritualidade modifica o prognóstico da doença" , afirma o dr Jaber.

 

 

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A espiritualidade saudável auxilia na dissipação da depressão/stress.

 

               O médico psiquiatra alerta para o número crescente de casos diagnosticados de depressão entre as mulheres de maior idade, num contexto psico-social bem evidente:

            "É freqüente que se sintam sem um papel social definido, porquê não têm uma carreira ou uma atividade gratificante. Além disso, os filhos cresceram e muitas se ressentem da falta de uma relação estável. O resultado é que deixam de enxergar possibilidades."

 

           

             Leia reportagem do G1:

 

               

O mal 'moderno' em sintomas.

 

 

 

            Um estudo conduzido pela famosa faculdade de medicina: Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health - EUA,  revela que apenas 38,4% das pessoas  diagnosticadas com depressão, nos EUA, se encaixavam nos parâmetros da depressão. Mais de 60% dos pacientes, portanto,  não se encaixam nos moldes da depressão e "ganharam" o diagnóstico erradamente dado pelos médicos, segundo o estudo,  recebendo prescrições de medicamentos psiquiátricos para depressão os quais  não eram adequados para esses pacientes.

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A tradicional Faculdade de Medicina Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health - EUA

 

 

            " A depressão é sobre diagnosticada e sobre medicada de forma comum nos EUA", declarou o dr Mojtabai Phd  professor associado da Departamento de Saúde Mental da Faculdade de Medicina da Johns Hopkins University.  Nos pacientes com  mais de 65 anos, 6 em cada 7 não se encaixavam nos critérios de definição de depressão.  Essas pessoas de maior idade  eram pouco atendidas nos serviços médicos e de apoio aos pacientes, usando, em sua maioria, drogas psiquiátricas para depressão.

 

 

Ramin Mojtabai

Dr Mojtabai, professor da Johns Hopkins University, nos EUA, que alerta para o erro do diagnóstico exagerado de depressão nos EUA.

            O estudo constatou que mesmos os pacientes sem um histórico de depressão maior ou menor, em sua maioria, estavam tomando drogas para depressão receitadas por médicos: salve-se quem puder!

 

 

            Veja estudo sobre o diagnóstico ERRADO DE DEPRESSÃO E SUPER-ESTIMADO NOS EUA:

 

 

            Outro artigo publicado na respeitável revista científica norte-americana Scientific American dá o contorno do exagero no diagnóstico de depressão na modernidade. Nas últimas décadas o número de diagnóstico de depressão aumentou muito. Os autores do artigo se perguntam se realmente se vive uma epidemia de depressão ou o lance diagnóstico precisa ser revisto.

            Segundos os autores, desde 1980 os profissionais envolvidos com saúde mental, nos EUA, usam uma definição de depressão que  confunde a depressão com um intenso, MAS NORMAL(esperado), estado de tristeza.

 

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Dr Allan Horwitz, professor de sociologia na Rutger University -EUA

Especialista alertando para o erro no exagero do diagnóstico de depressão nos EUA

 

 

Wakefield

Professor Jerome Wakefield

Expert em epidemiologia psiquiátrica da depressão.

Que também alerta para a confusão entre depressão e estado acentuado de tristeza.

 

                "Qualquer pessoa que apresente 5 sintomas de uma lista que inclui; disposição em baixa, perda do interesse nas tarefas habituais, insônia, fadiga, menor apetite  ou falta de concentração e outros sintomas semelhantes, por um período curto de 2 semanas, já ganha um rótulo depressivo", conforme os autores do artigo.

            "Ser traído no amor, ser passado para trás  numa promoção profissional muito esperada, não ser aprovado num exame importante,  a  ruína financeira ou descobrir uma doença séria em si ou em alguém próximo pode levar naturalmente à sintomas  que podem durar mais do que 2 semanas. Quando o critério é lançado sobre a população em geral surge a percepção distorcida de depressão não tratada. Porém o que pode se estar capturando são reações normais, intensas à perda, com as quais um estado depressivo se confunde", segundo os cientistas.

            "Antes de 1980, pelos 2.500 anos desde o alvorecer da psiquiatria, apenas os sintomas excessivos e relativamente inexplicáveis relativo as causas que pudessem provocar  eram considerados sinais de doença depressiva. Depois de 1980, todos os sintomas, mesmos aqueles que eram esperados pelas causas em curso, foram considerados como doenças. Essa mudança na leitura dos sintomas significou que reações naturais à eventos de perdas bem como respostas  confusas tem sido rotuladas como doenças mentais, inflacionando a contabilidade moderna da depressão." declaram os cientistas.

            O que mudou no diagnóstico da depressão, pergunta o editor da revista científica?

            "Inicialmente as alterações no diagnóstico da depressão tiveram esforços para enquadrá-lo em moldes 'mais científicos' já que a psiquiatria tinha reputação de diagnósticos não confiáveis nem científicos.

            Uma vez que a depressão ficou definida por sintomas, a definição de doença mental ganhou vida própria:

            1) Advogados de saúde mental, por exemplo, se inclinam  para a alta estimativa de doenças mentais colocando a depressão como um 'problema de saúde pública' de proporções atlânticas.

            2) Os médicos clínicos podem ser reembolsados (RECEBER) por consultas que estariam fora do âmbito de problemas médicos.

            3) O mais importante: AS COMPANHIAS FARMACÊUTICAS acharam que poderiam representar as pessoas, que sofrem de problemas psico-sociais difusos,  nas suas publicidades, enquanto,simultaneamente, fazem marketing para tratamento de doença mental depressiva.

            4) E óbvio, muitos indivíduos acham mais aceitável dar contornos aos seus problemas como resultado de desordem mental e tomar drogas psicotrópicas,  para amenizar seu stress, do que ver seu sofrimento como resultado de problemas psico-sociais".

 

 

            E o editor da revista científica pergunta aos cientistas o custo associado à medicalização da tristeza.

            Para os autores a medicalização da tristeza tem um número de custos:

            1) Rotulando uma condição de depressiva se pré-julga a natureza daquela condição  e se sugere que a medicação psicotrópica    é a melhor abordagem ao problema. Os médicos clínicos e os psiquiatras  também parecem quase reflexivos para prescrever drogas para muitas situações que podem refletir uma normal e intensa tristeza provavelmente auto-limitada.

            2) Outro efeito negativo é que ao se definir a tristeza como depressão se exclui outras abordagens não médicas que incluem suporte social, psicoterapia, mudança nas circunstâncias de vida e centrar a atenção da pessoa para confrontar sua situação psico-social ao invés de dar contornos médicos a problemas sociais.

            3) Outro grande custo é a confusão nas pesquisas entre uma tristeza naturalmente ocorrida com desordens depressivas. Os cientistas tem a propensão a verem essas áreas como homogêneas, quando de fato elas tem diferentes etiologias e prognósticos.

            4) Os agentes políticos podem ver altas taxas de depressão como sinal para focar em saúde mental ao invés de atenderem as mudanças sociais  urgentes."

           

            E o editor da revista Scientific American pergunta aos cientistas se os psiquiatras podem aprender a distinguir entre a intensa tristeza, que pode frequentemente constituir uma resposta emocional normal à perda, e as desordens depressivas?

 

            " Embora a distinção entre uma esperada tristeza intensa e as desordens depressivas sejam tênues, existem algumas diferenças que ajudam a separá-las:

            1) A tristeza intensa está inserida num contexto social. Não só surge mas persiste em função de uma perda. Isso significa que se uma pessoa é desapontada  emocionalmente  e encontra um novo relacionamento ou alguém que perdera o emprego e acha outro, a tristeza deve se dissipar ou reduzir.

            2) Ao contrário a depressão  é relativamente impenetrável  à tais mudanças externas positivas.   As próprias pessoas colocam as diferenças entre as duas situações. Elas relatam que o que elas estão sentindo  não se assemelha à uma tristeza intensa, quando sofrem um desgosto, porém é  qualitativamente  diferente no sentido  de entorpecimento e imobilidade.

            3) Uma outra diferença é que a tristeza normal é relativamente curta, a menos que o stress seja crônico, ou recorrente, no tempo as pessoas naturalmente tendem a se ajustar à situações de perda e existe uma trajetória espontânea de recuperação com as pessoas reconstruindo suas vidas após a perda.

            4) Ao contrário, desordens depressivas duram muito mais.

            5) Ao fim, alguns sintomas sérios especiais, como alucinação, desilusão e sintomas vegetativos em si sugerem a presença de uma desordem depressiva.

 

            E o editor da revista pergunta, já que os autores deixaram claro que os antidepressivos não são sempre a resposta, como as pessoas devem lidar com as situações de intensa tristeza?

 

            "Não há uma única  abordagem ao problema.  Pessoas diferentes acharão várias alternativas   que sejam  as mais indicadas nos seus próprios casos. A melhor alternativa é a atenção  redobrada  para que se possa ver se frente à condição que se apresenta, como a pessoa vai se comportar com a perda.    Existem muitas alternativas que uma pessoa pode lançar mão. Muitas psicoterapias tem se mostrado tão efetivas quanto  as drogas antidepressivas, no tratamento efetivo da depressão, com exceção dos casos muito extremos.  Essas terapias são baseadas em princípios que as pessoas podem aplicar á si mesmas, mesmo sem ajuda de um terapeuta, e todas focam o agir para mudar a sua relação com os fatores ambientais que estão a causar o stress.

            Terapias à parte, a tristeza é um estado emocional/cognitivo complexo que indica que algo vai mal em alguns aspectos da vida da pessoa, que mais cuidados exige. Logo uma resposta é tomar isso seriamente para descobrir o porquê  sua vida não está indo bem e o que pode ser feito para mudar tal situação. Procurar o suporte do Serviço Social ou alterar a rotina corriqueira podem ser benéficos. Muitos podem achar que os antidepressivos trarão alívio para seu sofrimento, mesmo quando eles não tem depressão. Essa decisão, entretanto, deve ser feita sob condição de total conhecimento que, apesar da intensidade do seu sofrimento, é provável que a situação melhore no futuro, sem o auxílio de drogas antidepressivas.

            O que nós esperamos das pessoas e de seus médicos é que não façam uma simples suposição  de que, frente a um grupo de sintomas, por um curto período de tempo, sempre apontem para a presença de doença depressiva. Emoções negativas, como a tristeza, fazem parte natural da vida e, embora não exista nada errado em se sentir melhor,  elas não devem ser tratadas automaticamente como sinais de uma doença."

          

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A respeitável revista Scientific American  alerta para o diagnóstico exagerado e errado de depressão.

 

 

            Leia o artigo da Scientific American (em inglês):

 

 

                A vida não anda fácil pra ninguém, com a classe política muito empenhada em não deixar nada barato. Agora além do ânimo ficar fora do prumo lá se recebe um diagnóstico igualmente fora do prumo:  muito desafio ao centro de gravidade para que um mortal ordinário fique  na linha.

                Os cientistas destacam a natureza, nada desejável, de tristeza como componente do pacote de vida do animal Racional. Muito positivamente incentivam as pessoas a manter um forte estado de atenção para discernir sobre a situação e descobrir a melhor maneira de  dar-lhe uma resposta sensata, sem se ver refém da muleta de drogas, em grande número, conforme as pesquisas citadas, incorretamente prescritas, num número assustado de pacientes.

 

            Na CULTURA RACIONAL os fantasmas que povoam a vida do homem são resultado da sua condição de vida provisória e aparente. Viver sem SABER o PORQUÊ e PARA QUÊ gera tantas dúvidas que não tem ânimo que se sustente.

            Lendo O LIVRO UNIVERSO EM DESENCANTO a pessoa vai ter o contato natural com sua Verdadeira Energia de Origem: ENERGIA  RACIONAL. Sob a Luz RACIONAL os fantasmas da degeneração se dissipam e a vida ganha uma qualidade que perdera ao cair dentro deste 2º mundo deformado.

                      

 

                   

 

 

 

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