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 EMINENTES CIENTISTAS MUNDIAIS,  VIERAM À PÚBLICO DENUNCIAR A PESQUISA DE: GANHO DE FUNÇÃO, COM VÍRUS COM POTENCIAL PARA PANDEMIA (PPP),CONDUZIDA, INICIALMENTE DE 2004 - 2014, NOS EUA E DEPOIS LEVADA EM 2015, POR INICIATIVA DO DR ANTONY FAUCI (NHIAID) EUA , ATRAVÉS DE PETER DASZAK (ECOHEALTH ALLIANCE) PARA O LABORATÓRIO DE WUHAN - CHINA, como provável MARCO INICIAL da pandemia atual, por falha de segurança.

1) FALHA DE SEGURANÇA: LABORATÓRIO DE  WUHAN - CHINA
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Tim Trevan,  fundador da CHROME BIOSAFETY and BIOSECURITY CONSULTING e ex-inspetor de armamentos da ONU, em entrevista ao canal Zooming In with Simone Gao. Nesta entrevista, de  29 de janeiro de 2020, ele deixou claro que o laboratório de Wuhan ,  tinha sérios problemas de segurança, no tocante ao manuseio dos vírus ali trabalhados.
Ele como especialista não se mostra nem um pouco surpreso com a possibilidade de ter ocorrido uma falha de segurança no laboratório de Wuhan, que tenha dado início a pandemia atual do cóvid 19.Aponta que em laboratórios de segurança máxima não pode ocorrer uma hierarquia maior do que a própria segurança de todos os envolvidos na pesquisa e alerta que o laboratório de Wuhan na China não tinha esse procedimento, Lá a velha hierarquia do partidão era quem dava as cartas no lugar da segurança de todos.
" PROBLEMAS SISTEMÁTICOS COM OS LABORATÓRIOS DE PESQUISA DE VÍRUS NA CHINA".
2) REPORTAGEM COM DR  MILTON LEITENBERG - EUA (NO CANAL NEXUS)  ESPECIALISTA EM ARMAS BIOLÓGICAS  ( + 50 anos), sobre a fragilidade da segurança no laboratório de Wuhan
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Que em Wuhan trabalhavam c\ o ganho de função de PPP ( VÍRUS COM POTENCIAL DE PRODUZIR UMA PANDEMIA) e que vários quesitos de segurança e transparência foram quebrados.
3) No BULETTIN OF ATOMIC CIENTISTS (especialistas no mundo menor e em grandes aplicações suas; NADA de  'teorias da conspiração':  O especialista em armas biológicas (Milton Leitenberg ) fez um artigo com sua suspeita sobre a origem do Covid 19:

" EVIDÊNCIA CIRCUNSTANCIAL DE UMA FUGA DE LABORATÓRIO.

_ Há dois institutos de virologia em Wuhan a serem considerados, e não um: o Centro de Controle e Prevenção de Doenças de Wuhan (WHCDC) e o Instituto de Virologia de Wuhan (WIV).

Ambos realizaram grandes projetos em novos vírus de morcego (CORONAVÍRUS) e mantiveram grandes coleções de pesquisas de novos vírus de morcego, e pelo menos o WIV possuía o vírus que é o vírus conhecido mais intimamente relacionado no mundo ao vírus de surto, o vírus de morcego RaTG13.

"Um componente do novo projeto de vírus de morcego no Instituto de Virologia de Wuhan envolveu a infecção de animais de laboratório com vírus de morcego. Portanto, a possibilidade de um acidente de laboratório inclui cenários com transmissão direta de um vírus de morcego a um trabalhador de laboratório, cenários com transmissão de um vírus de morcego a um animal de laboratório e depois a um trabalhador de laboratório e cenários envolvendo descarte impróprio de animais de laboratório ou de refugos do laboratório."

 

"Evidências documentais indicam que os projetos do novo vírus de morcego no Wuhan CDC e no Instituto de Virologia de Wuhan usaram equipamentos de proteção individual e padrões de biossegurança que representariam alto risco de infecção acidental de um trabalhador de laboratório ao entrar em contato com um vírus com propriedades de transmissão do surto viral."

 

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Ao avaliar a possibilidade de um acidente de laboratório, deve-se levar em consideração cada um dos seguintes oito elementos de evidência circunstancial:
a) RECONHECIMENTO DO GOVERNO CHINÊS ( pcc- PARTIDO COMUNISTA CHINÊS) , no início do surto SARS-CoV-2, de inadequações de biossegurança nas instalações dos Laboratórios de segurança da China.
01/01/2020:  A diretora-geral do Instituto de Virologia de Wuhan, Yanyi Wang, recebeu ordens do PCC que: os dados do COVID-19 do laboratório não serão publicados nas redes sociais e não serão divulgados à mídia.
03/01/2020: A Comissão enviou esse documento, nunca postado online, mas guardado pelos pesquisadores, mandando os laboratórios destruírem as amostras do COVID-19 ou enviá-las às instituições depositárias designadas pelo PCC.
16/05/2020o governo chinês admitiu a destruição ... mas disse que era para segurança pública: um banho de "bondade".
 
 A explicação do governo chinês para a destruição das amostras de SARS-CoV-2 não tem credibilidade científica. Para efeito de “segurança pública” quaisquer amostras certamente seriam armazenadas e estudadas, exatamente como as que foram isoladas de pacientes, e seus genomas de RNA decodificados e publicados.
b) Reconhecimento de Zhengli Shi, uma renomada cientista ( BATWOMAN) que lidera uma equipe de pesquisa no Instituto de Virologia de Wuhan, de que uma fuga do laboratório era uma possibilidade. Shi levou a possibilidade de uma fuga do laboratório perfeitamente a sério. Jonna Mazat, da University of California-Davis, colaboradora do Dr. Shi, disse a Josh Rogin do Washington Post:
     “Com certeza, acidentes podem acontecer”.
Em uma entrevista para a Scientific American, Shi admitiu que seu primeiro pensamento foi:
     "Se os coronavírus fossem o culpado, ela se lembra de ter pensado‘ Será que eles vieram de nosso laboratório? ’”
 
 

C). Questões sobre a indicação do Mercado de Frutos do Mar Huanan do Sul do da China de Wuhan, pelo governo chinês ( PCC) como a fonte do vírus SARS-CoV-2. Muitos estudiosos da China notaram que era bastante incomum para as autoridades do governo chinês identificarem o mercado de frutos do mar de Wuhan, Huanan, do Sul da China, tão rapidamente como a fonte do surto. Eles acharam esse comportamento tão incomum que levantou suspeitas em suas mentes. Os autores de um artigo recém-publicado escreveram que

" Ficamos surpresos ao descobrir que o SARS-CoV-2 se assemelha ao SARS-CoV na fase final da epidemia de 2003, depois que o SARS-CoV desenvolveu várias adaptações vantajosas para a transmissão humana. Nossas observações sugerem que, no momento em que o SARS-CoV-2 foi detectado pela primeira vez no final de 2019, ele já estava pré-adaptado à transmissão humana em uma extensão semelhante à epidemia tardia do SARS-CoV. No entanto, nenhum precursor ou ramo da evolução originando-se de um vírus semelhante ao SARS-CoV-2 menos adaptado ao homem foi detectado…. Seria curioso se nenhum precursor ou ramos da evolução do SARS-CoV-2 fossem descobertos em humanos ou animais ... Mesmo a possibilidade de que um precursor não geneticamente modificado pudesse ter se adaptado a humanos enquanto estava sendo estudado em um laboratório deve ser considerada, independentemente de quão provável ou improvável."

É importante observar que nenhum hospedeiro intermediário ainda foi identificado para o vírus SARS-CoV-2. Os autores também observaram que “ a amostragem de animais antes do fechamento e higienização [do mercado de peixes de Wuhan] foi feita.”

A questão de saber se o caso inicial apareceu no mercado de peixes de Wuhan parece ser discutível em qualquer caso. Pesquisadores chineses publicaram dados mostrando que ocorreram  41 casos de SARS-CoV-2 entre 1º de dezembro de 2019 e 2 de janeiro de 2020. Quatorze deles não tiveram contato com o mercado de frutos do mar de Huanan, incluindo o primeiro caso registrado em 1º de dezembro,  de 2019 E isso supõe que o caso inicial verdadeiro foi 1º de dezembro, o que é duvidoso.

Em 26 de maio/2020, o governo chinês descartou a história oficial anterior sobre o mercado de peixes de Wuhan, como origem do COVID 19:

O principal epidemiologista da China disse na terça-feira que o teste de amostras de um mercado de alimentos de Wuhan, inicialmente suspeito como um caminho para a disseminação do vírus para humanos, não conseguiu mostrar ligações entre os animais vendidos lá e o patógeno. Gao Fu, diretor do Centro Chinês para Controle e Prevenção de Doenças, disse em comentários veiculados na mídia estatal chinesa.

"Nenhuma mostra  de SARS-CoV-2 foi detectada em nenhum dos animais ou peixes comercializados, apenas em amostras ambientais, incluindo esgoto". Gao Fu acrescentou:

“No início, presumimos que o mercado de frutos do mar poderia ter o vírus, mas agora o mercado está mais para uma vítima. O novo coronavírus já existia muito antes. ”

D) SUMIÇO DE INFORMAÇÃO E DE PESQUISADORES  PELO PCC.

Um artigo científico de 2 cientistas chineses  do ÓRGÃO REGULATÓRIO DA SAÚDE DA CHINA E DO PRÓPRIO LABORATÓRIO DE WUHAN CONCLUIRAM:

        " QUE O LETAL CORONAVÍRUS PROVAVELMENTE SE ORIGINOU NO LABORATÓRIO DE WUHAN"

A publicação foi retirada da internet pelos agentes do Governo Chinês (PCC).  O artigo foi postado no RESEARCH GATE e DEVIDAMENTE BLOQUEADO EM 24HS. Os usuários da internet o postaram novamente na web e novamente foi bloqueado pelos agentes chineses ( PCC ), e os autores tiveram que se RETRATAREM do artigo.

Porém a comunidade de internautas ainda os mantém disponíveis em outros locais da WEB.

O governo chinês FECHOU o laboratório de Shanghai, QUE PRIMEIRAMENTE publicou   a sequência genética do COVID 19 em 10 /janeiro justificando a medida como:

         " PARA RETIFICAÇÃO, O FECHAMENTO SE DEU NO DIA SEGUINTE".

  Cidadãos que fizeram informes sobre o novo COVID 19 sofreram censura e alguns desapareceram.

OUTRO FORTE INDICADOR DA ATUAÇÃO DO GOVERNO CHINÊS NA FUNÇÃO DE : ABAFA, FOI o relatório dele sobre a severidade da pandemia e sua mortalidade: ( pouco mais de 4.000 chineses foram vítimas do covid 19 já a 'populosa' Itália (principalmente o norte - parte mais rica do país) acumula mais de 74 mil óbitos pelo novo vírus: n.t.:comunista é outra coisa, principalmente no quesito transparência.

Informações em contrário são prontamente deletadas pelo serviço de censura do PCC.

E) ACIDENTES DE LABORATÓRIO,  COM A SAÍDA DE VÍRUS ALTAMENTE LETAIS DESSES LABORATÓRIOS, SÃO UMA OCORRÊNCIA FREQUENTE NO MUNDO INTEIRO

A contaminação acidental de pesquisadores nos laboratórios de maior segurança ( BSL - 2, BSL-3 ou BSL- 4) ocorre ao redor do mundo.

SÓ ENTRE 2009  A 2015 FORAM REGISTRADOS 749 INCIDENTES  NOS LABORATÓRIOS DE GERMES DE ALTA PERICULOSIDADE.

É sabido que um grande número de indivíduos, infectados pelo vírus do  COVID 19,  não apresenta sintomas, o que facilitaria uma infecção não reconhecida em um ou mais pesquisadores de laboratório.

 

 

F) Ocorreram acidentes de laboratório e fugas de patógenos altamente perigosos na China em geral e questões de biossegurança no Instituto de Virologia de Wuhan em particular.

 

Após a epidemia de SARS em 2002-2003, que se originou naturalmente na China e que a China inicialmente manteve em segredo, o trabalho sobre o patógeno coronavírus responsável pelo surto foi realizado em laboratórios em todo o mundo. Esta pesquisa resultou em seis casos de infecção em trabalhadores de laboratório: quatro no Instituto Nacional de Virologia de Pequim e dois, em laboratórios de Cingapura e Taiwan.

 

As infecções adquiridas em laboratório de trabalhadores de laboratório em Pequim levaram a surtos de SARS de curta duração na região de Pequim em 2004.

Um segundo caso de pesquisadores infectados na China resultou em breves surtos da doença no início de dezembro de 2019. Um surto de brucelose começou em um laboratório agrícola em Lanzhou (província de Gansu, centro da China) e se espalhou para o principal laboratório de gripe aviária da China em Harbin (província de Heilongjiang , nordeste da China). Estava vinculado a  alunos de graduação que foram expostos durante a realização de pesquisas e incluíram pelo menos 96 pessoas.

G) "Em que condições de biossegurança a pesquisa com coronavírus em morcego foi realizada no Wuhan Institute of Virology (WIV)?

 

    A maioria dos trabalhos - incluindo todos os trabalhos publicados usando coronavírus de morcegos vivos que não eram SARS-CoV e MERS-CoV - foi conduzida sob condições BSL-2( UM NÍVEL BEM INFERIOR DE SEGURANÇA LABORATORIAL: esse PORTE de laboratório fornece apenas proteção mínima contra infecção de pesquisadores de laboratório, e esses regulamentos eram quase certamente muito brandos para trabalhar com coronavírus de morcego.

 

 Declarações feitas por vários comentaristas alegando que a WIV trabalhou apenas com isolados de RNA e não com vírus vivos, são falsas (como discutido em mais detalhes na seção seguinte).

 

UM RELATÓRIO DA VOICE OF AMERICA OBSERVOU:

 

- AQUI ESTÃO EVIDÊNCIAS CHINESAS QUE O WUHAN INSTITUTE OF VIROLOGY TEVE PROBLEMAS DE SEGURANÇA. BEM COMO ACIDENTES DE SEGURANÇA RELATADOS QUANDO TRABALHADORES TENTAVAM PEGAR MORCEGOS PARA ESTUDOS.



Cerca de um ano antes do surto do vírus corona, uma análise de segurança conduzida por uma equipe nacional chinesa descobriu que o laboratório não atendia aos padrões nacionais em cinco categorias.

O documento no site oficial do laboratório dizia que, após uma revisão rigorosa e meticulosa, a equipe fez uma avaliação completa da gestão de segurança geral do laboratório.

         “Ao mesmo tempo, a equipe de revisão também apresentou outras opiniões de retificação sobre as cinco não conformidades e duas observações encontradas durante a revisão.”
Além de problemas no laboratório, a mídia estatal também relatou que revisores nacionais consideraram os cientistas desleixados ao manusear morcegos.

Um dos pesquisadores que trabalhava no Centro de Controle e Prevenção de Doenças de Wuhan descreveu à mídia estatal da China que uma vez foi atacado por morcegos e acabou sujando a pele com sangue de morcego.

Em outro incidente, o mesmo pesquisador se esqueceu de tomar medidas de proteção e a ....

        urina de um morcego pingou "como chuva no topo de sua cabeça",

                                        relatou o agente de notícias estatal chinês Xinhua.

 

Além disso, informações vazaram do Departamento de Estado dos Estados Unidos e foram publicadas no jornal The Washington Post em 14 de abril deste ano:

Dois anos antes da nova pandemia de coronavírus afetar o mundo, funcionários da Embaixada dos Estados Unidos visitaram várias vezes o centro de pesquisa chinês na cidade de Wuhan e enviaram dois avisos oficiais a Washington sobre segurança inadequada no laboratório, que estava conduzindo estudos arriscados sobre os vírus corona de morcegos. Os telegramas alimentaram discussões dentro do governo dos EUA sobre se este ou outro laboratório de Wuhan foi a fonte do vírus.

Em janeiro de 2018, a Embaixada dos Estados Unidos em Pequim tomou a medida incomum de enviar repetidamente diplomatas de ciências dos Estados Unidos para o Instituto de Virologia de Wuhan, que em 2015 se tornou o primeiro laboratório da China a atingir o mais alto nível de segurança de biopesquisa internacional (conhecido como BSL-4) . A WIV emitiu um comunicado à imprensa em inglês sobre a última dessas visitas, que ocorreu em 27 de março de 2018. A delegação dos EUA foi chefiada por Jamison Fouss, o cônsul geral em Wuhan, e Rick Switzer, conselheiro de meio ambiente, ciência e tecnologia da embaixada e saúde. Na semana passada, o WIV apagou essa declaração de seu site, embora ela permaneça arquivada na Internet.

O que as autoridades americanas aprenderam durante suas visitas os preocupou tanto que eles despacharam dois telegramas diplomáticos classificados como Sensíveis, mas não confidenciais, de volta a Washington. Os telegramas alertaram sobre as deficiências de segurança e gerenciamento no laboratório WIV e propuseram mais atenção e ajuda. O primeiro relatório  também ALERTA que o trabalho do laboratório com coronavírus de morcego e sua potencial transmissão humana representam um risco de uma nova pandemia semelhante à SARS.

Durante as interações com cientistas no laboratório WIV, eles notaram que o novo laboratório tem uma séria escassez de técnicos e investigadores devidamente treinados, necessários para operar com segurança este laboratório de alta contenção”, afirma o relatório de 19 de janeiro de 2018, que foi elaborado por dois funcionários das seções de meio ambiente, ciência e saúde da embaixada que se encontraram com os cientistas da WIV.

Mais importante”, afirma o relatório, “os pesquisadores também mostraram que vários coronavírus semelhantes ao SARS podem interagir com o ACE2, o receptor humano identificado para o coronavírus SARS. Esta descoberta sugere fortemente que coronavírus semelhantes a SARS de morcegos podem ser transmitidos a humanos para causar doenças semelhantes a SARS. Do ponto de vista da saúde pública, isso torna a vigilância contínua de coronavírus semelhantes ao SARS em morcegos e o estudo da interface animal-humano fundamental para a futura previsão e prevenção de surtos de coronavírus emergentes.

O governo dos Estados Unidos forneceu uma parte dos fundos para construir o Instituto de Virologia de Wuhan e esses relatórios eram um apelo por fundos para apoiar o treinamento adicional em biossegurança . Havia preocupações semelhantes em relação ao laboratório do Centro de Controle e Prevenção de Doenças de Wuhan, que opera inteiramente no BSL-2. As autoridades do governo chinês não forneceram ao governo dos Estados Unidos amostras do vírus obtidas nos primeiros casos ou no mercado de peixes de Wuhan. Um funcionário da inteligência dos EUA comentou:

             “A ideia de que foi apenas uma ocorrência totalmente natural é circunstancial. A evidência que vazou do laboratório é circunstancial. No momento, o livro-razão para  um  vazamento do laboratório está cheio de marcadores, e não há quase nada do outro lado. ”

H) Qual é a natureza da pesquisa que está sendo realizada no laboratório de Zhengli Shi no Instituto de Virologia de Wuhan?

 

Os detalhes da concessão mais recente do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas (NIAID)( dr Antony Fauci) para a vigilância do coronavírus do morcego WIV e a pesquisa de ganho de função do coronavírus do morcego WIV estão disponíveis ao público.

 

 

A atividade principal para a vigilância do coronavírus do morcego é “Objetivo 1… Vamos sequenciar os domínios de ligação do receptor (proteínas de pico,  para identificar os vírus com o maior potencial de transbordamento (atacar células humanas), que incluiremos em nossas investigações experimentais (Objetivo 3).” A atividade principal para o ganho de função do coronavírus de morcego é “Objetivo 3…. Usaremos dados de sequência de proteína S, tecnologia de clone infeccioso, experimentos de infecção in vitro e in vivo e análise de ligação de receptor para testar a hipótese de que % de limiares de divergência em sequências de proteína S predizem potencial de transbordamento ( ATACAR CÉLULAS HUMANAS).

         Traduzido para algo que se aproxima da linguagem leiga, é afirmado que a síntese de novo deve ser usada para construir uma série de novos vírus quiméricos ( vírus híbrido criado por manipulação de ENGENHARIA GENÉTICA) compreendendo híbridos recombinantes usando diferentes proteínas de pico de cada uma de uma série de coronavírus naturais não publicados em um genoma de outra forma constante de um coronavírus de morcego. A capacidade dos novos vírus resultantes de infectar células humanas em cultura e de infectar animais de laboratório seria testada. A hipótese subjacente é que uma correlação direta seria encontrada entre a afinidade de ligação ao receptor da proteína spike e a capacidade de infectar células humanas em cultura e infectar animais de laboratório. Essa hipótese seria testada perguntando se os novos vírus que codificam proteínas de pico com a maior afinidade de ligação ao receptor têm a maior capacidade de infectar células humanas em cultura e animais de laboratório.

A WIV iniciou seu programa de pesquisa de ganho de função para coronavírus de morcego em 2015. Usando um vírus natural, os pesquisadores do instituto fizeram “substituições em seu código de RNA para torná-lo mais transmissível. Eles pegaram um pedaço do vírus SARS original e inseriram um fragmento de um coronavírus de morcego semelhante ao SARS, resultando em um vírus que é capaz de infectar células humanas.

       Isso significa que poderia ser transmitido de animal experimental para animal experimental por transmissão de aerossol , o que significa que ele poderia fazer o mesmo com os humanos. Em outras palavras, técnicas de ganho de função foram usadas para transformar coronavírus de morcego em patógenos humanos capazes de causar uma pandemia global.

Houve três publicações, em 2015,  2016 e 2017, descrevendo a pesquisa de ganho de função no WIV.  A primeira publicação da WIV sobre o uso de tecnologia básica de clones infecciosos para construir novos coronavírus quiméricos na WIV apareceu em 2016. A primeira publicação da WIV sobre o uso de tecnologia de clones infecciosos sem rastros e sem assinatura  também apareceu em 2016.

Enquanto este artigo estava sendo editado, apareceram duas publicações excelentes que fornecem maiores detalhes técnicos sobre a pesquisa de ganho de função da WIV, e os leitores certamente devem examiná-las com cuidado. Os dois artigos apoiam fortemente o argumento de que o surto de SARS-CoV-2 foi o resultado de uma fuga de um dos dois laboratórios de virologia chineses em Wuhan.

O governo chinês declarou com orgulho que o WIV “preserva mais de 1.500 cepas de vírus”, a maior coleção na Ásia de morcegos e outros coronavírus. (A declaração do governo provavelmente deveria ter dito 1.500 vírus isolados em vez de “cepas”.) Em 2019, na entrevista com drª Shi na Scientific American, ela relata que o WIV tinha pelo menos centenas de cepas individuais. Esses números foram relatados pelas autoridades do governo chinês e estão sendo considerados pelo valor de face aqui.

De 2004 em diante, o WIV publicou muitas dezenas de sequências genômicas parciais ou completas de coronavírus em sua coleção. Em 1o de junho, Daszak (EcoHealthAlliance) (associado ao dr Fauci) e Shi publicaram sequências genéticas parciais de 781 coronavírus de morcegos chineses, mais de um terço dos quais nunca haviam sido publicados anteriormente. Existem também vários registros publicados de pesquisas de infecção animal com coronavírus de morcegos no WIV. Para realizar o programa de pesquisa descrito acima, o laboratório WIV precisa usar vírus vivos, e não apenas fragmentos de RNA. Isso contradiz duas das afirmações, feitas por alguns comentaristas, de que Shi trabalhou apenas com fragmentos de RNA e que seu laboratório não mantinha vírus vivos. Em 24 de maio de 2020, o diretor do WIV reconheceu que o laboratório tinha "três cepas vivas de vírus corona de morcegos no local", mas sugeriu apenas três. Virologistas experientes presumem que o número deve ser muito maior, provavelmente centenas de vírus vivos, isolados virais.

      É precisamente no decorrer do tipo de pesquisa de ganho de função que o WIV conduziu que ocorreria a maior probabilidade de infecção de um pesquisador de laboratório. Muitos comentaristas notaram que milhões de pessoas em várias províncias da China ocidental, bem como em outros países do sul da Ásia, vivem suas vidas diariamente nas proximidades de cavernas de morcegos e que testes sorológicos mostraram que uma fração desses moradores tem anticorpos para coronavírus de morcegos, mostrando que a infecção natural havia ocorrido. Os comentaristas argumentam, portanto, que “as probabilidades” são a favor do SARS-CoV-2 ter surgido no campo, e que uma fuga de laboratório é tão implausível que está fora de consideração. A lógica das “probabilidades” é especiosa: seria necessária apenas uma única infecção de laboratório para superar “as probabilidades”, se isso pudesse de fato ser calculado. Isso é essencialmente o que aconteceu nas quatro infecções laboratoriais de SARS que ocorreram no laboratório de Pequim em 2004; “As chances” de exposição dos aldeões na província de Yunnan eram irrelevantes.

 

 

    Desde que o genoma do SARS-CoV-2 foi decodificado e publicado, houve inúmeras declarações de virologistas de que o genoma não mostra nenhuma indicação de manipulação genética, e que isso também apóia o argumento de que surgiu no campo e não escapou de um laboratório . Embora esse argumento reconheça implicitamente que o laboratório WIV estava usando tecnologia de engenharia genética, não há razão para assumir arbitrariamente que apenas um coronavírus de morcego que foi geneticamente modificado possa ter escapado do laboratório. No entanto, a segunda parte do projeto de concessão de pesquisa do NIAID( dr Antony Fauci, mais uma vez) deixou absolutamente claro que a WIV aplicaria técnicas de engenharia genética a coronavírus em morcegos. Usando a tecnologia de engenharia genética padrão atual, muitas alterações de várias bases no genoma do RNA seriam indetectáveis, incluindo a construção de um coronavírus quimérico (mistura de vírus - por engenharia genética) que codifica uma proteína de pico não publicada em um genoma não publicado. Isso seria o equivalente a uma mutação natural em várias bases que codificam as proteínas do pico.

Um artigo no Independent Science News de Jonathan Latham e Allison Wilson discute outro mecanismo, descrito pelo dr
Nikolai Petrovsky, da Flinders University, na Austrália, que poderia ter resultado no vírus SARS-CoV-2 que produziu a pandemia:

"Pegue um coronavírus de morcego que não seja infeccioso para humanos e force sua seleção, cultivando-o com células que expressam o receptor ACE2 humano, essas células foram criadas há muitos anos para cultivar coronavírus SARS e você pode forçar o vírus de morcego a se adaptar para infectar humanos células por meio de mutações em sua proteína spike (QUE SE LIGA à CÉLULA HUMANA), que teria o efeito de aumentar a força de sua ligação ao ACE2 humano e, inevitavelmente, reduzir a força de sua ligação ao ACE2 de morcego".

Os vírus em cultura prolongada também desenvolverão outras mutações aleatórias que não afetam sua função. O resultado dessas experiências é um vírus altamente virulento em humanos, mas suficientemente diferente para não se parecer mais com o vírus original do morcego. Como as mutações são adquiridas aleatoriamente por seleção, não há assinatura de um gene manipulado por humanos,
mas este é claramente um vírus ainda criado por intervenção humana.

Comentários finais. Em 30 de abril, a revista Newsweek descreveu um relatório produzido pela Agência de Inteligência de Defesa dos Estados Unidos que afirmava que "no início de fevereiro, a Academia de Ciências Médicas Militares da China 'concluiu que era impossível para eles determinar cientificamente se o surto de Covid-19 foi causado naturalmente ou acidentalmente, de um incidente de laboratório '”.

       O autor de um artigo recém-publicado analisando o genoma do SARS-COV-2 relatou que“ o vírus COVID-19 é perfeitamente adaptado para infectar humanos ... A capacidade do vírus de se ligar a proteínas em células humanas era muito maior do que sua capacidade de se ligar à mesma proteína em morcegos, o que argumenta contra os morcegos serem uma fonte direta do vírus humano. ”

       No geral, os dados indicam que o SARS-CoV-2 é adaptado exclusivamente para infectar humanos, levantando questões importantes sobre se ele surgiu na natureza por um evento raro ou se suas origens podem estar em outro lugar.

 Essencialmente, a mesma posição sobre a possibilidade de um vazamento de laboratório ter originado a pandemia era expresso por Xiao Qiang, um cientista pesquisador da Escola de Informação da Universidade da Califórnia, Berkeley.

 

       “Não acho que seja uma teoria da conspiração. Acho que é uma questão legítima que precisa ser investigada e respondida. Para entender exatamente como isso se originou é um conhecimento crítico para evitar que isso aconteça no futuro. ”

      Mas as autoridades chinesas reagiram com raiva em abril, quando as autoridades australianas sugeriram que a Organização Mundial da Saúde deveria ser capaz de investigar rapidamente um surto de doença que poderia levar a uma pandemia, retaliando instituindo restrições comerciais a várias exportações agrícolas australianas para a China. No início de maio, o representante da Organização Mundial da Saúde na China, Gauden Galea, reclamou publicamente que a China recusou repetidos pedidos para permitir que a OMS participasse de quaisquer investigações que o próprio governo chinês estivesse realizando. Ele disse que a OMS não teve acesso aos registros do laboratório no WIV ou no Centro Chinês de Wuhan para Controle e Prevenção de Doenças.





O que tudo isso significa no momento?

Temos na China:

• um registro de fuga de laboratório do vírus SARS em 2004 de um importante instituto de pesquisa chinês.
• um registro de biossegurança deficiente em algumas de suas instalações de alta contenção, incluindo os institutos de Wuhan.
• um registro de supressão de informações em geral, e no caso do SARS-CoV-2 em particular.
• o início de uma campanha de desinformação sobre a origem do SARS-CoV-2, visando os laboratórios biológicos dos Estados Unidos.
• um registro
de ganho de pesquisa de função no Instituto de Virologia de Wuhan, incluindo a passagem de uma construção de coronavírus de morcego por animais experimentais.

Escrevendo no Boletim dos Cientistas Atômicos  a drª Filippa Lentzos defendeu uma investigação forense e descreveu o que isso acarretaria:

 
"Investigar a variedade de possíveis locais de transbordamento - desde o mercado úmido até uma infecção acidental de laboratório ou pesquisa de campo ou um vazamento de laboratório despercebido - requer uma investigação forense. A obtenção de histórias de casos, dados epidemiológicos e amostras virais de diferentes épocas e lugares, incluindo as primeiras amostras possíveis de indivíduos infectados e amostras de vida selvagem, é fundamental ... Uma investigação forense envolveria adicionalmente auditoria e amostragem de coleções virais em laboratórios relevantes que estiveram estudando coronavírus, examinando os tipos de experimentos realizados e os vírus usados, e revisando as práticas de proteção e segurança em vigor. Os dados principais também viriam de documentos, incluindo procedimentos operacionais padrão nos laboratórios e durante o trabalho de campo, avaliações de risco de experimentos individuais, registros de experimentos e cadernos de trabalho de campo, registros de treinamento, registros de gerenciamento de resíduos, registros de acidentes e infecções, manutenção de instalações e registros de sistemas automatizados, registros de acesso, filmagens de câmeras de segurança e registros de comunicações. … Uma investigação das origens do COVID-19 precisará ser negociada e iniciada rapidamente antes que os dados relevantes diminuam ou desapareçam inteiramente com o passar do tempo."

Dificilmente se pode imaginar que isso seria permitido pelo atual governo da China. Uma investigação realizada depois que a pandemia “está sob controle” não pode ser realizada “rapidamente” e, na verdade, é adiada para um futuro indefinido. Infelizmente, se houvesse qualquer documentação em qualquer um dos dois institutos de virologia de Wuhan que registrasse a infecção de um pesquisador de laboratório ou uma fuga, ou que tivesse uma amostra de vírus extremamente semelhante ao SARS-CoV-2, deve-se assumir que essas informações já foram removidas ou destruídas.



No momento, a origem do SARS-CoV-2 permanece desconhecida. Os prós e contras em relação às duas possibilidades alternativas - primeiro, que surgiu no campo como uma evolução natural, como muitos virologistas afirmam, ou, segundo, que pode ter sido a consequência da pesquisa de coronavírus de morcego em um dos dois institutos de pesquisa de virologia localizado em Wuhan que levou à infecção de um pesquisador de laboratório e subsequente fuga - são igualmente baseados em inferência e conjectura. Os pontos reunidos neste artigo podem ser apenas sugestivos. Não há nenhuma evidência científica sólida para apoiar qualquer posição. Ambos são inferências de evidências circunstanciais. A intimidação política do governo dos EUA apenas garante que será muito difícil, senão impossível, descobrir o que é verdade.

Agradecimentos: O autor gostaria de agradecer a vários colegas com habilidades de computação muito melhores do que ele, por fornecerem muitas das referências eletrônicas. Também gostaria de agradecer a vários colegas por ler e comentar o artigo. Este manuscrito foi enviado para publicação em 27 de maio de 2020.

4)  DR LUC MONTAGNIER:  GANHADOR DO PRÊMIO NOBEL DE MEDICINA EM 2008 PELA DESCOBERTA DO VÍRUS DA AIDS.
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DR LUC MONTAGNIER, VIROLOGISTA, PESQUISADOR DO INSTITUTO PASTEUR ,NA FRANÇA, EMINENTE E DESTEMIDIDO.

Luc Montagnier, acredita que o vírus covid 19 saiu do laboratório em Wuhan e defende que a explicação de  uma transmissão com origem no “mercado vivo” da cidade chinesa – é uma;

                   “História da carochinha”.

Luc Montagnier falou na possibilidade de o vírus ter saído de um laboratório numa entrevista ao site francês Pourquoi doctor? O investigador,  destaca  que uma sequência do vírus HIV foi inserida no genoma do coronavírus, talvez na tentativa de fazer uma vacina contra o HIV!?!?.

       “É o trabalho de um aprendiz de feiticeiro“,

     .....comentou o cientista,

    Montagnier comentou que “o laboratório da cidade de Wuhan especializou-se neste tipo de coronavírus desde o início dos anos 2000. Eles têm experiência nessa área”, declarou o investigador, afirmando que analisou junto a um colega; o matemático Jean-Claude Perrez:

          “Não fomos os primeiros, já houve um grupo de cientistas indianos colegas, que fizeram a mesma descoberta e foram pressionados a não publicar seus estudos, onde se  mostraou que o genoma completo deste coronavírus possuía sequências de outro vírus, o HIV, o vírus da SIDA”, afirmou.

Um estudo indiano da ““Kusuma School of Biological Sciences” na capital de New Delhi, publicado em fevereiro passado e que mencionou:

           “Uma estranha semelhança que dificilmente seria acidental”,

 

......nas sequências de aminoácidos de uma proteína de Covid-19 e do HIV .

A omerta e a confusão global que atualmente reina em torno do Coronavírus para proteger muitas pessoas físicas e jurídicas, um dia terá que parar para que a verdade seja revelada.

       Montagnier, acrescentou que até se pode suspeitar de que este novo coronavírus contém “germes da malária”.

   “A verdade científica sempre acaba emergindo”, afirma.

Para validar o que o dr Luc Montagnier alertou, sobre a inserção artificial, de fragmentos do vírus da AIDS, no vírus, manipulado por engenharia genética: o COVID 19, vem o resultado da aplicação da vacina do covid 19, na AUSTRÁLIA.  Pessoas  recém vacinadas, para o covid 19 , (vacina desenvolvida por pesquisadores australianos), passaram a testar POSITIVO para o vírus da AIDS  após a vacinação!!!

VEJA UM VÍDEO COM CAIO O ALEMÃO, DIRETAMENTE DA ALEMANHA, EM BOM PORTUGUÊS SOBRE  A SINALIZAÇÃO POSITIVA PARA AIDS, APÓS A VACINAÇÃO NA AUSTRÁLIA.

5) DR PIERRE BRICAGE, ENGENHEIRO BIOLÓGICO, ESPECIALIZADO EM GENÉTICA MOLECULAR, FOI VICE-PRESIDENTE da   French Association of Science and Cognitive and Technical Systems, e EX-PROFESSOR PALESTRANTE DA OTAN
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PROFESSOR EMÉRITO PIERRE BRICAGE, ENGENHEIRO BIOLÓGICO ESPECIALISTA EM GENÉTICA MOLECULAR e ex-PALESTRANTE da OTAN.

“O NOVO VÍRUS COVID 19: É FRUTO DE MANIPULAÇÃO DE ENGENHARIA GENÉTICA, FORMULADO COM O HIV. ENGENHEIRO BIO-MOLECULAR , EX-PALESTRANTE DA OTAN DESTRÓI VERSÃO DE ORIGEM NATURAL.

 

sumário
1 – COVID 19 É UM  GMO (ORGANISMO GENETICAMENTE MODIFICADO) conforme ex-palestrante da OTAN.“
2 – O MISTÉRIO  DA CEPA VIRAL DE 2013 UNICAMENTE REGISTRADA APÓS A PANDEMIA.
3 – CONFIRMAÇÃO DOS PESQUISADORES INDIANOS SOBRE A INSERÇÃO DE COMPONENTES DO HIV.
4 – OS TRAÇOS INEQUÍVOCOS DO VÍRUS DA AIDS
5 – É SUA MORTALIDADE DETERMINADA PELA CONJUNÇÃO DO SARS-COV MAIS A FORÇA DO HIV?
6 – SUPER-VÍRUS CHIMÉRICO (RESULTADO DA MANIPULAÇÃO ENGENHARIA GENÉTICA): VACINA OU ARMA BIOLÓGICA?
Este artigo, sobre o professor Pierre Bricage, é de autoria de  Fabio Giuseppe Carlo Carisio, diretamente da Itália.
     "Finalmente, devemos ser capazes de verificar, sistematicamente, quando o rótulo de“ notícias falsas ”é atribuído a uma notícia, que a notícia não é de fato uma notícia falsa, mas que“ a rotulagem de notícias falsas ”é ela própria“ uma notícia falsa “! Infelizmente, esta provavelmente não é a última pandemia devido às ações humanas imprudentes..."

 

    Essa epidemia de CoVid-19 é uma armadilha negra e diabólica para a humanidade e no mundo há agora uma certeza generalizada para  aqueles que leram atentamente pelo menos uma dúzia de artigos científicos e não apenas publicações sociais.

O SARS-CoV-2, outro nome dessa Síndrome Respiratória Aguda que se refere às outras cepas mortais do CoronaVirus SARS de 2003 e MERS de 2014, é um Organismo Geneticamente Modificado: o que agora é afirmado também pelo cientista aposentado Bricage, por 29 anos Professor de Biologia na Université de Pau et des Pays de l'Adour e também chefe do Departamento de Engenharia Biológica de Pau, capital do Feixe e Pirinéus Atlânticos.

 

 

Expôs publicamente numa conferência no final de fevereiro deste ano, na FRANÇA. Participou de uma pesquisa publicada , em março, na RESEARCH GATE - a Wikipedia dos cientistas - . O mesmo artigo foi republicado em abril, em inglês, sem atenção da grande mídia.

Agora,  seu novo documento, de 1º de maio, enriquecido por mais detalhes científicos firmes, com  questões perturbadoras e por considerações éticas assustadoras.

«O que podemos aprender com o surgimento desta nova pandemia? Uma proposta não tendo sido comprovada não significa que seja automaticamente falsa; muitos são os que cometem esse erro de lógica. Isso também não significa que seja verdade. Mas, se a fonte tiver alguma legitimidade, a título de testemunho simples e honesto, vale a pena testá-la! » o pesquisador afirma em suas conclusões, aqui antecipada.

FUNDOS FINANCEIROS DA COMISSÃO DA AUSTRÁLIA E DA UNIÃO EUROPEIA IMPULSIONARAM A MANIPULAÇÃO, POR ENGENHARIA GENÉTICA, DO VÍRUS HIV INSERIDO NO VÍRUS QUIMÉRICO (HIBRIDO - NÃO NATURAL- MANIPULADO) SARS EM 2007, no Instituto de Virologia de Wuhan.

 

«Por que se trata apenas de“ conspirações ”contra a versão  construida do aparecimento acidental do SARS-CoV-2 de um animal selvagem? Por que os aspectos  nessa direção  são os únicos aceitos e publicados? Por que os artigos que tratam de versões não consensuais são sistematicamente rejeitados? Existe uma tentativa global de esconder parte da realidade e reescrever a história tanto da origem do vírus quanto da pandemia? Podemos ser juízes e fazer parte de uma investigação tão importante para a humanidade? ».

 

 

 

 

1 –  “COVID-19 É UM OGM” PARA O ANTIGO PALESTRANTE DA NATO

              Desde 2000, o engenheiro biológico é especializado em genética molecular, sendo vice-presidente da Associação Francesa de Ciência e Sistemas Cognitivos e Técnicos, por conta da qual participa nas reuniões internacionais do EMCSR (Encontro Europeu sobre Cibernética e Research Systems),  também foi professor da UNESCO e  da OTAN.
    Ele é um cientista, SEM CONFLITOS DE INTERESSE - (nome bonito, que indica amarras na pesquisa, com resultados condicionados pelos financiadores) ciência moderna de "alto nível". Não precisa se ajoelhar, portanto, diante da Big Pharma ou de institutos estatais para sobreviver, assim como seu mais ilustre compatriota Luc Montagnier, o virologista que ganhou o Prêmio Nobel de Medicina em 2008, quando descobriu a humana imunodeficiência ligada ao vírus HIV, descoberto por ele mesmo em 1983, na epidemia de AIDS.

E assim como tal cientista, Bricage não tem dúvidas sobre a natureza do CoVid-19, do qual também revela segredos desconcertantes que sustentam a suspeita cada vez mais bem fundamentada de uma ocultação intencional da verdade por parte da comunidade científica internacional.

Esta comunidade provavelmente está apavorada com o risco de perder o enorme negócio construído na pesquisa de vacinas e armas bacteriológicas.
 
«Normalmente, o resfriado comum não é tão perigoso, mas uma nova cepa de coronavírus está desafiando e liquidando a espécie humana. Por que esse novo coronavírus, denominado primeiro 2019-nCoV e depois renomeado SARS-CoV-2, surgiu sem que ninguém pudesse identificar nem o reservatório nem o vetor? » questiona Bricage que publicou todos os detalhes científicos de seus estudos, iluminados por sua competência em engenharia biológica.

«Este vírus não poderia ter emergido espontaneamente por mutações naturais e recombinações de cepas selvagens, é uma quimera genética com inserções artificiais de genes modificados, um genoma projetado de um coronavírus dentro de um capsídeo de um Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV)», declarou  em seu Estudo de 40 páginas no qual inseriu entre as palavras-chave “organismo geneticamente modificado”.

O original francês é intitulado: “Le nouveau coronavirus chinois est-il um avatar d'un coronavirus génétiquement modifié pour fabriquer un vaccin curatif du SIDA? Pourquoi le SARS-CoV-2 no serait-il pas un virus d'origine naturelle? Aspectos écologiques, physiologiques, génétiques et évolutifs ”.
    Suas questões são marcadas por cautela diplomática, pisando em ovos (podres):n.t., mesmo que suas revelações científicas da genética molecular não deixem dúvidas e sejam devastadoras para a teoria da origem natural do CoronaVirus responsável pela pandemia ...



É o segundo golpe se não considerarmos o vídeo-choque Plandemic (Planned Pandemic), de Judy Mikowitz, doutorada. em Biologia Molecular na George Washington University, onde os interessantes argumentos científicos são  diluídos por anedotas de disputas profissionais com o Dr. Anthony Fauci, diretor do NIAID americano (National Institute Allergy Infectives Disease).
 
2 - MISTÉRIO DA CEPA VIRAL DE 2013 REGISTRADA APENAS EM 2020, APÓS O SURTO DA PANDEMIA.



«O sequenciamento genético deste vírus nCoV 2019  guardava semelhanças   do seu genoma com o de outro coronavírus emitido a partir de um morcego e isolado em 2013, segundo alegação. Com o registro, em 2020, da estirpe viral RaGT13,  outras filogenias foram então propostas (Bedford & Hodcroft, 2020). Eles substituíram o SARS-CoV-2 em uma posição evolucionária mais adequada às anteriores. Por que a suposta cepa ancestral, isolada em 2013, e sobre a qual foram realizadas pesquisas, segundo alegado, não foi registrada nos bancos de dados genéticos antes de 2020 e somente após o registro 2019-nCoV, cepa que passou a ser denominada SARS-CoV-2? ». E.T, a pesquisadora , srª morcego, drª Shi, que só descreveu o vírus após a pandemia, NÃO TEM AMOSTRAS DISPONÍVEIS PARA COMPROVAÇÃO PELOS INTERESSADOS (n.t.).
Se houvesse chefes de Estado determinados como o da Tanzânia - que levantaram a suspeita de que os swabs recebidos de seu país falharam depois que testaram uma cabra e um mamão como positivos para o vírus COVID 19 e, portanto, declararam encerrar qualquer relação com a OMS - provavelmente todos os líderes desta organização já estariam sob investigação, dado o escopo devastador dessa questão. Mas os interesses em jogo são enormes e transnacionais, como veremos nos próximos relatórios…



«Por que um grupo de 27 cientistas proeminentes insistiu em desacreditar a origem artificial do novo coronavírus? Estamos reescrevendo a história do vírus? A transparência não impediria esse tipo de imbróglio científico, político e midiático? Como podemos evitar que a economia se misture a problemas e, assim, minem a responsabilidade social e ambiental de ambos os laboratórios de pesquisa, empresas de saúde e indivíduos? A economia matemática justifica a gestão liberal da ciência e dos serviços de saúde? L'economia matematica giustifica la gestione liberale della scienza e dei servizi sanitari? ». N.t.: esses 27 cientistas, que negam a origem laboratorial do COVID 19,  ou são, ou mantém relações com a mesma, da empresa do Daszak (Eco HelathAlliance) (parceiro do dr Antony Fauci) que levou a pesquisa de ganho de função  dos EUA para Wuhan: CONFLITO DE INTERESSE EM 1ª MÃO.
3 - A CONFIRMAÇÃO DA PESQUISA INDIANA SOBRE HIV



Os pesquisadores da Faculdade de Biologia Kuzuma, em Nova Delhi, foram os únicos a documentar cientificamente essa teoria, mas então, em 24 horas, eles retiraram o estudo, embora parecesse sólido e perfeito o suficiente.

Dois dias após a publicação de nosso relatório, graças a Deus, a entrevista com o professor Luc Montagnier começou a se tornar viral, que desde o auge de seu Prêmio Nobel não só apoiou a pesquisa de Kuzuma, mas disse abertamente que aqueles pesquisadores foram «forçados a se retratar». Agora Bricage reinicia a partir daí, antes de expor suas evidências científicas.
«Em fevereiro de 2020, um matemático francês, também especialista interdisciplinar, engenheiro emérito em ciência da computação e pesquisador do IBM Center for Research in Artificial Intelligence, da University of Bordeaux, identifica no genoma da cepa isolada 2019-nCoV, padrões que quebram a simetria da organização genética usual de um coronavírus (Perez, 2020) ».

Bricage se refere ao biomatemático Jean-Claude Perez, que se juntou a Montagnier em sua pesquisa virológica e, portanto, lembra que novos padrões de informação foram inseridos no gene que codifica a proteína do pico do envelope (proteína S) e nos genes que codificam a poli-proteína que está na origem tanto da protease viral quanto da polimerase, atividades enzimáticas que estão presentes em todos os coronavírus.

«Estas inserções eram idênticas aos mesmos padrões de informação encontrados nas sequências do genoma das proteínas semelhantes Open Reading Frames (ORF) de outro vírus de RNA bem conhecido, o HIV» aponta o engenheiro especialista em genética molecular que, graças à sua intensa atividade como palestrante, também da OTAN, consegue ser um bom comunicador, tornando um léxico bioquímico difícil quase incompreensível, mais acessível..

«Enquanto isso, uma equipe de jovens cientistas da computação, do Instituto Indiano de Tecnologia em Nova Delhi, tinha carregado um trabalho, em bioRXiv, o arquivo online aberto, mostrando uma similaridade desconhecida e totalmente estranha entre os genomas de 2109-nCoV e HIV (Pradhan et al., 2020). O genoma 2019-nCoV continha padrões semelhantes a alguns encontrados no genoma do HIV, em sua proteína S ( aquela que faz o vírus acoplar ao receptor da célula , iniciando a doença) de envelope e em seu pool de genes de poli protease-polimerase; validando assim o trabalho previamente publicado de Perez (2020). Como sequências genéticas idênticas poderiam estar presentes em vírus tão diferentes? Seria um fenômeno de convergência evolutiva adaptativa? ».
Para facilitar o uso da sua investigação, o professor francês coloca-se a si próprio uma enxurrada de perguntas fáceis de compreender para uma criança: «Como, na natureza, um conjunto de mutações semelhantes poderia dar o mesmo resultado funcional nos sistemas genéticos evoluindo dentro de hospedeiros completamente diferentes (morcegos e primatas humanóides)? Ou, se foi uma transferência genética, como, na natureza, essas recombinações genéticas direcionadas foram possíveis (Bricage, março, abril e maio de 2020)? ».

«Posteriormente, este artigo não publicado foi retirado; cancelado sem qualquer comentário específico. Simultaneamente, o trabalho publicado anteriormente foi enquadrado como uma notícia falsa, enquanto o 2019-nCoV se tornou o SARS-CoV-2. Por que tantos problemas? O que o trabalho da equipe indiana mostrou? » Bricage se pergunta novamente.

«Se compararmos as proteínas S da cepa inicial 2019-nCoV com as dos outros coronavírus, as ilhas de aminoácidos observadas nas sequências de proteínas homólogas acabam sendo completamente diferentes. Poderiam resultar de mutações pontuais nas sequências de codificação de nucleotídeos correspondentes? ».
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O  professor e doutor Bricage, no confronto direto com interesses da classe científica atual, em prol da transparência.
4 - AS TRILHAS INEQUIVOCAS DO VÍRUS DA AIDS

Mas a raridade das mutações não as justificaria segundo o investigador… «No seu conjunto, estas inserções, preservadas em todos os primeiros genomas analisados, representam menos de 1% de todos os genomas. Isso é muito menor do que a divergência genética geral corretamente esperada com todos os coronavírus, cujas sequências são conhecidas. Há uma semelhança surpreendente entre os locais de corte pelas proteases: os mesmos locais estão presentes nessas proteínas tanto do coronavírus quanto do HIV (e também de alguns vírus influenza). Esses locais são diferentes daqueles dos coronavírus usuais; em reservatórios ou vetores selvagens, vetores selvagens ou domésticos, ou mesmo em todos os coronavírus humanizados conhecidos. Como uma mudança natural dessa magnitude, por mutações viáveis e específicas, afetou apenas os pontos de corte, que representam menos de 3% da sequência da proteína? ».
O engenheiro biomolecular detalha a descoberta de seus colegas indianos e acrescenta seus resultados: «O coronavírus de Wuhan foi geneticamente transformado para se parecer com o HIV? As mudanças observadas em suas sequências de proteínas (3 inserções provenientes de gp120 HIV e 1 inserção de gag de HIV) aumentam a densidade de cargas positivas na superfície dessas moléculas. Essa mudança não aleatória envolve o uso de uma ferramenta de software de engenharia de proteínas para rastrear as modificações genéticas antes de fazê-las. As inserções genômicas 1 e 2 na glicoproteína S (cada uma com 18 nucleotídeos, cada uma codificando para 6 aminoácidos) são completamente idênticas às sequências de HIV correspondentes. As inserções genômicas 3 (36 nucleotídeos correspondendo a 12 aminoácidos) e 4 (24 nucleotídeos correspondendo a 8 aminoácidos) também se parecem muito com as sequências de HIV correspondentes ».

E finalmente aqui está a frase implacável: «Nenhuma destas 4 inserções pode resultar de uma mutação de um único ponto aleatória. Esse tipo de mutação geralmente afeta apenas 1 aminoácido e não um padrão de proteína definido (uma série de aminoácidos especificamente alterados). Uma mutação pontual também pode causar uma mudança no quadro de leitura, mas isso geralmente resulta em uma proteína não funcional. No entanto, 2 dessas inserções apresentam uma deleção (Su et al., 2020), uma interrupção, uma quebra parcial em sua sequência, que não apenas retém a funcionalidade, mas também aumenta especificamente a densidade das cargas positivas localizadas na superfície do ativo da molécula. Uma deleção geralmente é letal e resulta em uma proteína não funcional ».

Mesmo para um bioquímico, novato como eu ( = Fabio Giuseppe Carlo Carisio, autor deste artigo sobre o professor Pierre Bricage.)  que passa horas lendo pesquisas científicas  desde o final de janeiro para encontrar uma pista ou evidência útil para confirmar a teoria da Bio-Arma CoVid-19 (ou mesmo para negá-la se eu tivesse encontrado em pelo menos um estudo robusto…) a combinação “carga positiva” parece angustiante e me faz pensar em ogivas nucleares!
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Glicoproteína de pico do vírus 2019-nCoV de acordo com o estudo Kuzuma Schhol of Biology confirmado pelo virologista Luc Montagnier. As inserções de HIV são mostradas com pérolas coloridas (vermelho, laranja, amarelo e verde) no local de ligação da proteína. Portanto, pode ser considerado um vírus "recombinante"
5 - MORTALIDADE INTENSIFICADA PELA COMBINAÇÃO VIRAL DE HIV E SARS-2?

Até agora, relatamos deliberadamente detalhes excessivamente científicos úteis para destacar a capacidade analítica do geneticista molecular frente à natureza genérica das contra-deduções com as quais o estudo desses outros cientistas (chineses, mas da escola britânica) tentou se opor  aos resultados da pesquisa indiana.

Eles - destacamos em nosso relatório anterior sobre o assunto - julgaram as sequências de HIV-1 com “baixa identidade e raridade”, de modo a serem consideradas aleatórias, conforme alegado por seus outros colegas que contestaram a extensão desses segmentos.

No entanto, isso motivou a pronta resposta de Montagnier, um ex-professor do prestigioso Instituto Pasteur de Paris e hoje chefe de departamento da Universidade Jiao Tong em Xangai, em uma longa entrevista para a TV CNEWS.

«Respondemos imediatamente: esses fragmentos genéticos entretanto  são segmentos que transportam informação genética  contrariando aqueles  que dizem ser  coincidência. Não é assim. A pressão é enorme para que tudo o que está na origem do vírus fique escondido »declarou o vencedor do Prémio Nobel da Medicina.

E o prof. Bricage ataca peremptoriamente os colegas de negação da teoria do vírus geneticamente modificado:
         «Posteriormente, uma equipe de pesquisadores chineses (Zhang et al., 2020) desqualificou o papel dessas inserções por meio da modelagem 3-D da interação entre a proteína S e seu receptor-alvo ACE2 (Ge et al., 2013). As inserções estão localizadas fora do sítio de reconhecimento que se liga ao receptor, portanto não teriam efeito funcional ».

    «Não estou escrevendo isso ignorando o fato de que as propriedades funcionais de uma proteína emergem das interações remotas entre seus diferentes módulos peptídicos, as diferentes partes que compõem a proteína, o todo?» sendo os argumentos do professor francês mais detalhados do que aqueles com os quais os outros cientistas contestaram o estudo indiano.
O bioengenheiro francês expõe então outro elemento de contradição:
«Os vírus de RNA, como os coronavírus, geralmente têm uma taxa de mutação muito alta: 10 vezes a dos vírus de DNA de fita simples, 10.000 vezes a de outros vírus e 100.000 vezes a de suas células hospedeiras eucarióticas. Essa taxa suprema implica um acúmulo aleatório de erros no genoma, que geralmente são desfavoráveis ​​à sobrevivência do vírus. A existência de hot spots, onde as mutações são mais frequentes, é bem conhecida em todos os genomas ».

Em vez disso, de acordo com o pesquisador «que no novo coronavírus observa-se exatamente o oposto da tendência de evolução» em referência à proteína do envelope  (a que vai na superfície viral).

Mas há outro fator tão importante quanto perturbador nas conclusões da pesquisa de Bricage:
         «A análise da evolução das populações virais humanizadas mostrou a existência de pelo menos 2 subpopulações de SARS-CoV-2. O tipo mais frequente, o tipo L, é o mais recente e o mais agressivo. O tipo mais antigo e menos frequente também é o menos agressivo. Isso é totalmente o oposto da evolução genética natural conhecida dos vírus selvagens ».

Essa circunstância foi destacada com extremo espanto por outro grupo de pesquisadores de institutos chineses autorizados (relatório CoronaVirus Bio-Weapon 4) em fevereiro, antes que o governo de Pequim proibisse a publicação de qualquer estudo não previamente  autorizado.
«Não é a expressão variável do fenótipo SARS-CoV-2 a consequência da expressão variável de propriedades relativas a ambos o fenótipo de um HIV fraco, forte ou intermediário, ou / e de propriedades relativas ao fenótipo de um fraco, SARS-CoV forte ou intermediário? Isso não explica a variedade de sintomas observados durante COVID-19? » o especialista em genética molecular questiona.
 
6 - SUPERVÍRUS CHIMERIC SARS PARA DUPLA UTILIZAÇÃO: VACINA-BIOWEAPON

Os argumentos do ex-professor da Universidade da França  não param por aí, mas vão analisar as terapias contra o CoVid-19:

«Já em 3 de fevereiro de 2020, os casos mais graves em Wuhan foram tratados com combinações de medicamentos comumente usados ​​contra a gripe (como o favipiravir, um análogo da guanina, que é um inibidor da RNA polimerase dos ribovírus) e AIDS (caletra, aciclovir , ritonavir), ou mesmo com inibidores da transcriptase reversora do HIV (remdesivir) - ausente nos coronavírus »sublinha com a precisão usual também referindo-se ao Remdesivir, o medicamento que enriquece a grande farmacêutica Gilead , apesar de se mostrar muito pouco útil!!!

 
Mais considerações do professor Bricage sobre as terapias:
     «Por que tais escolhas? A doença respondeu efetivamente ao tratamento com esses remédios comuns contra a AIDS e os médicos do hospital chinês imediatamente usaram remédios anti-AIDS. Por quê? Lucidez terapêutica ou pânico social? Será porque a topologia da protease do coronavírus foi modificada para se parecer com a do HIV? ».

O professor francês hipotetiza que se trata de “um coronavírus biomimético do HIV” que ele mesmo citou nas “palavras-chave” da pesquisa também como OGM: organismo geneticamente modificado. E, portanto, surge a questão central:

«Não é possível fazer um coronavírus biomimético do HIV? Não é tecnologicamente possível modificar um ancestral do SARS-CoV-2 para produzir um coronavírus biomimético do HIV, a fim de desenvolver uma vacina potencial contra a AIDS (Du et al., 2009)? » sua resposta é óbvia e detalhada.

«O SARS-CoV-1 de 2003 e o MERS de 2013 foram objeto de extensas pesquisas. A engenharia genética e molecular de coronavírus tem sido o assunto de vários livros (Canavagh, 2008) e publicações com protocolos laboratoriais detalhados (Becker et al., 2008). Muitos trabalhos sobre a construção de quimeras genéticas foram publicados e novas patentes registradas (Baric et al., 2018). Há mais de 20 anos, pesquisadores norte-americanos, mas não apenas (Amer et al., 2012), trabalham com coronavírus em animais domésticos, como gado ou animais de estimação ».
O dr Bricage, além de comprovado como um pesquisador meticuloso, ele também se mostra um excelente e eficaz repórter. Foi uma tortura cortar muitas partes muito relevantes de seus documentos para condensar dois estudos diferentes de cerca de dez páginas cada, apoiados por 27 citações de pesquisas anteriores.

Por coincidência, também há 27 SARS-like isolados em laboratório e relatados em uma única pesquisa conduzida em vírus recombinantes pelo Wuhan Institute of Virology que foi financiado com $ 3,7 milhões de dólares pelo projeto PREDICT 2 da USAID graças à contribuição da EcoHealthAlliance da Nova York, mas também do NIAID (National Institute Allergy Infectives Disease), o instituto americano de doenças infecciosas dirigido pelo contestado Anthony Fauci.
O ex-consultor da Casa Branca Francis Boyle  já havia acusado publicamente a OMS de estar perfeitamente ciente do que aconteceu em Wuhan.

Fabio Giuseppe Carlo Carisio: jornalista italiano, autor desta matéria sobre o professor Pierre Bricage.;
Gente crescida e bem tarimbada vem a público desmontar a versão do surgimento natural do vírus responsável pela pandemia do covid 19;
Por isso na CULTURA RACIONAL o se CONHECER com BASE e LÓGICA RACIONAIS faz toda a diferença.
A educação foi uma conquista do homem, como animal Racional. Mas ficar refém do progresso artificial, produzido pelo pensamento e a imaginação, é confinar o animal Racional à esta selva da deformação e degeneração e a seus tremendos efeitos.
Como acentuou o RACIONAL SUPERIOR, em 1935, na SUA Obra : O LIVRO UNIVERSO EM DESENCANTO, a fase da Natureza mudou e deixou de sustentar energeticamente a existência do homem, como animal Racional.
Sem sustentação energética nada fica de pé. E os efeitos do término da fase de animal Racional são cada vez mais vistos no desequilíbrio da natureza e de seus habitantes desse 2º mundo.
Uma educação formal bem polida não livra o homem de ser uma ferramenta para a destruição de si e de seus semelhantes.
No contato natural, através do desenvolvimento do RACIOCÍNIO (não é o pensamento), com nossa Verdadeira Origem: O MUNDO RACIONAL, o homem deixa de ficar ao léu dessas energias mafiosas desse 2º mundo deformado e degenerado.
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